O candidato
apoiado pelo Partido Unido Social Democrática (PUSD) às eleições presidenciais
prevista para 24 do corrente mês prometeu esta quarta-feira promover a Unidade
Nacional ,caso venha a ser eleito.
Gabriel
Fernandes Indi fez a promessa , na secção de Quissete, sector de Prábis, região
de Biombo, norte do país no quadro da campanha eleitoral para eleições
presidenciais de 24 de Novembro em curso.
“Caso venho
a ser eleito Presidente da República da Guiné-Bissau, vou usar a minha
influência junto do governo para que nenhum governante faça tratamento médico no estrangeiro, porque só
assim é que os mesmos vão pensar em desenvolver o sistema de saúde nacional”,
garantiu aquele candidato.
Fernandes
acrescentou que a missão de um governante deve consistir em servir o seu povo e
não em procurar os bens pessoais, tal como é o hábito dos políticos da
Guiné-Bissau.
“Um
Presidente da República não deve pertencer ao partido A ou B, deve apenas pertencer ao seu país, uma vez
que tem a responsabilidade de fiscalizar a governação e de tomar certas
decisões para o progresso de um do país”, sustentou.
Acrescentou
que um Presidente não deve priorizar simplesmente
o derrube dos governos como forma de resolver os problemas, porque isso acaba
por complicar as coisas em muitos casos a causar crise institucional.
O candidato
disse ainda que sendo ele o Presidente da República vai respeitar a
Constituição da República e a vontade do Povo, tendo justificado que os
governantes existem para serem escravos do Povo, uma vez que estão no poder
simplesmente por serem escolhidos pela
própria sociedade.
“Há um
factor bastante alarmante que se verifica na sociedade guineense, que é a
questão étnica. Só quero dizer que isso não deve ser prioridade para o Povo
devido ao mal que pode causar na sociedade”, avisou.
Gabriel
Fernandes disse que, um voto deve ser baseado nos projectos que podem
desenvolver a Guiné-Bissau em geral, porque só assim o Povo terá a paz e a
segurança interna.
Por outro
lado, Gabriel Indi depois de ter auscultado as preocupações da população de
secção de Quissete, prometeu usar a sua influência para melhorar as suas
dificuldades junto do governo caso venha a ser vencedor das presidenciais.
Gabriel
apelou os seus homólogos no sentido de respeitarem o Código de Conduta
Eleitoral que proíbe uso de
palavras insultuosas durante a
campanha eleitoral.
“Fazer
campanha não significa falar mal de um terceiro, mas sim mostrar o que pode
fazer para progredir o país”, disse o candidato apoio pelo Partido Unidos
Social Democrata(PUSD).
Notabanca;
14.11.2019

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