
Na nota de esclarecimento, o chefe de Governo fez lembrar que a Guiné-Bissau é um país laico, portanto, a decisão de marcar a data de reza de Ramadão deveria ser tomada em concertação pelas instituições religiosas islâmicas e posteriormente transmitida ao Governo para o efeito da homologação, por forma a evitar divisões que podem pôr em causa a coesão social que se pretende no país.
Contudo, o Governo aproveita a ocasião para saudar e felicitar a comunidade
islâmica residente no país e no estrangeiro. Espera-se que no futuro, todas as
sensibilidades possam alcançar o necessário entendimento quanto a esta
importante data para os fiéis muçulmanos.
Por fim, o primeiro-ministro apela aos muçulmanos que escolheram o dia de hoje para a sua reza, assim como os que optam para rezar amanhã, que rezem a favor da paz e estabilidade no país e unidade e fraternidade entre todos os guineenses.
Notabanca; 04.05.2019
Por fim, o primeiro-ministro apela aos muçulmanos que escolheram o dia de hoje para a sua reza, assim como os que optam para rezar amanhã, que rezem a favor da paz e estabilidade no país e unidade e fraternidade entre todos os guineenses.
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