
O Presidente
americano, Donald Trump, defendeu, sábado, em Indianópolis, num discurso muito
aplaudido por membros da poderosa associação de armas, NRA, o seu direito
constitucional à posse de armas, anunciando a retirada do país do tratado da
ONU sobre o comércio de armas.
Trump, sublinhou que
enquanto for presidente, jamais a sua administração será governada
por leis internacionais.
Uma vez mais, o
Presidente americano, mostra ao mundo que ele foi eleito para governar os
Estados Unidos e não para cumprir o Direito internacional da ONU, como sempre
disse desde a sua tomada de posse.
O Tratado da ONU sobre
a limitação do comércio de armas no mundo, tinha sido assinado pelo seu
precedente, ex-Presidente Obama, em 2013, mas até agora, nunca foi
ratificado pelo Senado americano.
Os Estados Unidos
juntam-se assim à Coreia do Norte, Síria e o Irão, que não ratificaram esse
acordo, agora denunciado por Trump, sublinhando que, com ele, "jamais a
sua administração será governada por leis internacionais.
O Presidente
americano, Trump, reafirmou perante a plateia de membros da Associação
nacional de armas, que defende porte de armas para todo o cidadão americano, que
a sua administração rege-se por leis americanas:
"Sob a minha
administração, jamais abandonaremos a nossa soberania a ninguém. Nunca
permitiremos que burocratas estrangeiros, espezinhem a vossa liberdade
constitucional plasmada na segunda emenda da Constituição."
"Cidadãos
americanos serão governados pelo Direito americano e não pelo Direito de países
estrangeiros.
Notabanca; 29.04.2019

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