Objetivo é
reduzir para metade as maiores taxas de natalidade do mundo, dizem deputados
dos países da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.Dirigentes políticos dos 15 países membros da CEDEAO, juntamente com a Mauritânia e o Chade, anunciaram este sábado (22.07) que querem limitar a três o número de filhos por mulheres, a fim de reduzir para metade, até 2030, as taxas de natalidade.
Com uma taxa de natalidade de 5,6 filhos por mulher, a mais elevada do mundo, a população do espaço da CEDEAO chegará, em 2050, aos mil milhões de pessoas.
Metade serão jovens, segundo dados da Organização das Nações Unidas.
"Acreditamos
que, quando as taxas de crescimento dos países se situam nos 5% a 6%, com uma
taxa de natalidade entre os 6% e os 7%, estamos perante uma situação
demográfica descontrolada e não podemos esperar qualquer desenvolvimento”,
afirmou Salifou Diallo.
Equilíbrio entre crescimento populacional e económico.
Segundo o
presidente do Parlamento burkinabé, " é urgente conter o crescimento da
população no espaço da CEDEAO para promover um verdadeiro desenvolvimento
sustentável”.
Para isso, os deputados devem, nos seus respetivos países, adotar estratégias para "facilitar uma rápida e voluntária diminuição da natalidade, através do acesso universal ao planeamento familiar, aumento do nível de educação das mulheres e dos esforços para garantir a sobrevivência das crianças”.
Por sua vez,
o presidente do Parlamento do Benim, Adrien Houngbédji, sublinhou que cabe às
autoridades "definir o equilíbrio indispensável entre o controlo da
natalidade e a melhoria da qualidade de vida da população ativa”.
Para o Presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel de Souza, é necessário reduzir a taxa de natalidade "para metade” e "indexar a taxa de crescimento da população, que é muito forte, à taxa de crescimento económico, que é muito moderado”.
"A juventude representa dois terços da população. Quando os jovens não conseguem encontrar soluções, tornam-se uma bomba: atravessam o deserto ou o Mediterrâneo, morrendo aos milhares na imigração ilegal”.
Notabanca; 24.07.2017
Equilíbrio entre crescimento populacional e económico.
Segundo o
presidente do Parlamento burkinabé, " é urgente conter o crescimento da
população no espaço da CEDEAO para promover um verdadeiro desenvolvimento
sustentável”.Para isso, os deputados devem, nos seus respetivos países, adotar estratégias para "facilitar uma rápida e voluntária diminuição da natalidade, através do acesso universal ao planeamento familiar, aumento do nível de educação das mulheres e dos esforços para garantir a sobrevivência das crianças”.
Por sua vez,
o presidente do Parlamento do Benim, Adrien Houngbédji, sublinhou que cabe às
autoridades "definir o equilíbrio indispensável entre o controlo da
natalidade e a melhoria da qualidade de vida da população ativa”. Para o Presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel de Souza, é necessário reduzir a taxa de natalidade "para metade” e "indexar a taxa de crescimento da população, que é muito forte, à taxa de crescimento económico, que é muito moderado”.
"A juventude representa dois terços da população. Quando os jovens não conseguem encontrar soluções, tornam-se uma bomba: atravessam o deserto ou o Mediterrâneo, morrendo aos milhares na imigração ilegal”.
Notabanca; 24.07.2017
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