Gabinete de Informação e de Segurança do Estado da
Presidência da República da Guiné-Bissau citou quatro oficiais militares para declararem
que brigadeiro Júlio Nhaté, brigadeiro Tomás Djassi, major Cristóvão Tchuda,
Madja e Tenente-coronel, Zé Pugna “estão a preparar golpe de Estado na
Guiné-Bissau”.De acordo com uma fonte fidedigna de Notabanca, “na missiva da Batalhão da Guarda Presidencial do Serviço de Informação e Segurança endereçada ao Chefe da Divisão Central da Contra Inteligência Militar do CEMGFA, com o nome de António Mango mas assinada pelo Turé Djata indica que o chefe de Estado-maior do Exército brigadeiro, Lassana Mansali, o seu adjunto, coronel Sum Bonhe, chefe de Casa Militar, coronel António Abel e comandante da Polícia Militar (PM), coronel Orlando Pungana foram instruídos para acusarem falsamente quatro companheiros militares das forças armadas de sublevação da ordem constitucional”.
A fonte confiável avança que, “o fato está a suscitar mal-estar no seio da classe castrense inclusive na cúpula das chefias militares.
Ainda, a mesma fonte remata que, as recentes promoções dos militares estariam ligadas à este caso, e dos quatro suspeitos acusados, um de nome Madja já se encontra detido na sequência dessa maquinação política de golpe de Estado para que a Presidência da República tire ganhos políticos.
Notabanca; 28.06.2017
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