terça-feira, 21 de março de 2023

“CONSTITUI UM PERIGO ABRIR NOVA CAMPANHA DE COMERCIALIZAÇÃO COM CAJU DO ANO PASSADO”

 O Presidente da Associação Nacional dos Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau (ANIE-GB), diz ser um “perigo” abrir nova campanha de comercialização de caju com a castanha de caju do ano passado no país.

Amadu Iero Djamanca  falava à imprensa à saída de um encontro que o sector privado guineense manteve com o ministro gambiano do Comércio, Indústria, Integração Regional e Emprego que se encontra no país, em visita de amizade e de trabalho de cinco dias.

“Abrir nova campanha de comercialização da castanha com o caju velho do ano passado e sobretudo se não existir mecanismo de controlo, para separa-lo do novo, constitui um perigo”, disse.

Iero Djamanca disse entretanto que esta situação está a ser trabalhada no sentido de se encontrar uma solução no mais curto de espaço de tempo possível, de forma a se poder dar abertura a campanha de caju do ano em curso.

Calcula-se que ainda se encontra no país entre 40 à 45 mil toneladas da castanha de caju do ano passado, em Bissau e no interior.

Em relação a visita do governante gambiano, disse tratar-se de uma visita de prospecção do mercado para efeitos de se lançar ao processamento interno da castanha.

“O governante gambiano veio inteirar-se da experiência da Guiné-Bissau no aspecto do processamento da castanha de caju, para ver as possibilidades de criar as parcerias para que as futuras explorações de caju possam ser feitas em duas partes ou seja entre empresários dos dois países”, disse.

Amadu Iero Djamanca disse que após reunião de equipas técnicas dos dois países será produzido um documento sobre o estabelecimento de parcerias sobre o sector de caju.

Notabanca, 21.03.2023

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