quarta-feira, 20 de março de 2019

JUVENTUS NÃO VAI FAZER A PRÉ-ÉPOCA NA AMÉRICA POR TEMER DETENÇÃO DE CRISTIANO RONALDO 
Cristiano Ronaldo corre sérios riscos de ser detido nos EUA.
A Juventus não vai marcar presença na próxima edição da Internacional Champions Cup nos Estados Unidos da América.
Escreve o jornal norte-americano 'New York Times' que, na base desta decisão, está Cristiano Ronaldo e o alegado caso de violação a norte-americana Kathryn Mayorga.
De acordo com aquele jornal, os organizadores da prova optaram por não incluir a 'Vecchia Signora' na prova nos EUA, por considerar que a presença da equipa italiana iria colocar o português em risco. Caso pise solo norte-americano, Cristiano Ronaldo corre sérios riscos de ser detido, devido à investigação da alegada violação em Las Vegas do qual o português é alvo.
“FORÇAS DE DEFESA E DA SEGURANÇA DEVEM UNIR-SE PARA GARANTIR INVESTIMENTO CREDÍVEL NA GUINÉ-BISSAU” -Chefe dos militares 
O Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas guineenses, General Biaguê Na N’Tan, apelou esta quarta-feira, 20 de março, à unidade entre as forças de defesa e de segurança como forma de garantir um investimento credível na Guiné-Bissau.
O responsável das forças armadas falava durante uma reunião com as chefias militares de diferentes ramos que constituem as forças armadas guineenses, na qual tomaram parte responsáveis de diferentes estruturas das forças de segurança e chefes militares da ECOMIB.
A reunião visou analisar o papel desempenhado pelo Comando Conjunto durante o processo eleitoral, uma força constituída por elementos do exército, da Guarda Nacional, da Polícia de Ordem Pública e das Forças da ECOMIB e que trabalhou na manutenção da segurança durante o período da campanha eleitoral para as eleições legislativas de 10 de março.
O General Biaguê Na N’Tan disse na sua comunicação que se as forças de defesa e de segurança continuarem unidas como demonstraram, a Guiné-Bissau chegaria aos patamares maiores de paz e tranquilidade a nível da sub-região. Aproveitou a ocasião para exortar os militares a continuarem afastados dos políticos, preocupando-se mais com a capacitação e preparação militar, por ser esse o caminho escolhido para garantir a integridade territorial do país, deixando a classe política resolver os seus problemas.
No que diz respeito ao plano de atividade do Estado Maior das Forças Armadas para o ano 2019, Na N’ Tam disse que os militares querem multiplicar as ações realizadas no ano passado, sobretudo as ações de capacitação e formações dos jovens militares e aumentar os hectares  para a produção agrícola militar com as máquinas recebidas do governo chinês.
Questionado sobre como está a situação dos militares guineenses sancionados pela comunidade internacional em virtude do golpe de estado de 2012, Biaguê Nam Tam assegurou que estão a fazer as suas atividades normais, esperando que a comunidade internacional se pronuncie sobre o assunto, quando chegar à conclusão que a culpa não foi deles.
Notabanca; 20.03.2019
AFONSO TÉ CONSIDERA DE FRÁGIL ACORDO DE INCIDÊNCIA PARLAMENTAR ENTRE PARTIDOS
O líder do Partido Republicano da Independência e Desenvolvimento (PRID), considerou de frágil o Acordo de Incidência Parlamentar assinado entre os quatro partidos com assento parlamentar, PAIGC, APU-PDGB, União para Mudança (UM) e PND.
Afonso Té que falava em entrevista à Rádio Macaré esta terça-feira disse que a diferença entre 54 deputados dos partidos assinantes do acordo não tem muita diferença com os outros que ficaram de fora, neste caso, o PRS e o MADEM-G15.
"A diferença é muito pouco, mas conhecendo o comportamento dos parlamentares da Guiné-Bissau, vi que não vai ter grande margem para segurança. O Acordo de Incidência Parlamentar, vai contudo garantir um consenso entre os seus assinantes. Só que o problema é que a margem de garantia é pequena", sublinhou Afonso Té.
Exemplificou que na legislatura passada, o PAIGC tinha 57 deputados e o povo esperava com a garantia de que haveria governabilidade, mas não aconteceu.
Disse ainda que a maior garantia da governabilidade nesta legislatura devia ser um acordo entre os seis partidos com acento no parlamento.
"Devia ser um acordo entre os que são considerados vencidos e daí se fazer o governo desta maneira terá mais garantia para fazer a revisão de Constituição, da lei eleitoral, da lei-quadro dos partidos políticos”, explicou.
Pediu que haja  bom senso entre os partidos com representação na Assembleia Nacional Popular, bem como a capacidade de negociação, de tolerância, modelo de engajar para poder juntar aquilo que muitos pensam que pode ser útil para o desenvolvimento do país.
O PRID não conquistou nenhum mandato nas legislativas de 10 março, e obteve um total de 2.622 votos.
Notabanca; 20.03.201
CONSUMO DE DROGAS E BEBIDAS ALCOÓLICAS GANHAM PROPORÇÕES ALARMANTES NO PAÍS 
O Presidente do Parlamento Infantil disse esta terça-feira estar preocupado com o aumento do índice de consumo de drogas, bebidas alcoólicas e cigarros nos adolescentes.
Segundo a rádio Sol Mansi, Júnior Sebastião Tambá explicou que muitas vezes os adolescentes consomem drogas e álcool sem pensar nas suas consequências para a saúde.
Outro sim é o não regulamento de acesso aos mesmos às discotecas, salão de vídeos, apartamentos e outros.
O presidente do parlamento infantil pediu que seja elaborada e aprovada uma lei que proíbe os menores comprar bebidas alcoólicas ou cigarros em qualquer lugar. 
Por sua vez, e citado pela mesma estação emissora, o secretário executivo do observatório guineense de drogas e toxicodependência admitiu que desde 2008 o nível de consumo de drogas aumentou no país na camada adolescente e jovem.
Abílio Aleluia Có Júnior fez esta revelação durante a campanha de sensibilização e prevenção de consumo de drogas nos liceus.
Informou que neste momento o nível de consumo de drogas está a aumentar de uma forma significativa nos adolescentes a partir de oitos anos de idade ou mais.
Aquele responsável disse estar preocupado, não só com as drogas ilícitas como lícitas , indicando a título de exemplo, que, atualmente, muitas crianças de apenas  8 anos consomem bebidas alcoólicas  nas festas  de batizado, promessas e outros.
Notabanca; 20.03.2019

SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E O MADEM G-15

INCONFORMADOS PEDEM PARTIDOS ALIADOS PARA COLOCAREM INTERESSE DO PAÍS EM PRIMEIRO LUGAR
Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), pediu aos aliados: PAIGC, APU-PDGB, UM e PND a colocarem sempre a Guiné-Bissau em primeiro lugar e que os seus compromissos governativos sejam coincidentes aos anseios do povo.
O aviso consta num comunicado do Movimento à que ANG teve acesso, no qual considera de imprescindível garantir a estabilidade sociopolítica e boa governação do país.
No documento, o movimento alerta também sobre a necessidade de promover a participação de jovens e mulheres competentes no elenco governativo, sobretudo as mulheres, alegando a existência de uma lei por cumprir.
Por outro lado, o movimento pediu ao Presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP) a proceder à marcação da sessão de tomada de posse dos novos deputados, por forma a restituir a legitimidade popular.
Exorta o Presidente da República a nomear o novo governo logo que sejam cumpridas todas as formalidades legais necessárias e, de seguida, marcar a data para a realização da eleição presidencial, em conformidade com a Constituição da República.
O Movimento dos Cidadãos Conscientes e Inconformados encoraja ao Povo guineense a manter-se vigilante e guardião da Democracia e de Estado de Direito, impondo sempre respeito aos seus direitos ao qualquer poder político.
O MCCI felicitou ao Povo Guineense pela aderência cívica e sentido de voto claramente em defesa da democracia e a CNE pela organização e desfecho transparente do processo eleitoral, bem como ao partido vencedor das eleições, PAIGC, desejando-lhe os melhores sucessos no cumprimento escrupuloso do Programa Eleitoral apresentado ao povo.
Notabanca; 20.03.2019
GOVERNO BRITÂNICO PUBLICA LEGISLAÇÃO PARA MANTER SANÇÕES À MILITARES GUINEENSES-Diz DN 
“O governo britânico aprovou legislação para manter as sanções a um grupo de militares da Guiné-Bissau atualmente sujeitos a sanções europeias, para manter as mesmas penalidades na eventualidade de o Reino Unido sair da União Europeia sem um acordo.
Documentação publicada hoje pelo governo indica que os dois textos legislativos serão aplicados após o 'Brexit', previsto para 29 de março, se o Reino Unido deixar a União Europeia (UE) sem um acordo.
"Os Regulamentos de 2019 sobre a República da Guiné-Bissau (Saída da UE) destinam-se a garantir que certas sanções financeiras, comerciais e de imigração relacionadas com a República da Guiné-Bissau, atualmente em vigor no Reino Unido ao abrigo da legislação da UE e de regulamentos do Reino Unido relacionados, continuam a operar de forma eficaz após o Reino Unido deixar a UE", explica uma nota do governo publicada no portal oficial do governo. 
O regime de sanções, vinca, "visa incentivar o abandono de ações que comprometam a paz, a segurança ou a estabilidade da República da Guiné-Bissau" e refere que, quando estes regulamentos entrarem em vigor, substituirão, com o mesmo efeito, a legislação relevante da UE existente e os regulamentos relacionados do Reino Unido.
Atualmente, a União Europeia possui lista consolidada de pessoas, grupos ou entidades sujeitas a sanções financeiras de diferentes países e nomeia 20 nacionais da Guiné-Bissau, os quais estão sujeitos ao congelamento de recursos económicos e à proibição de entrar no espaço comunitário devido ao envolvimento no golpe de Estado de abril de 2012.
Inicialmente, em maio de 2012, foram nomeados o então chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, general António Indjai, e incluía ainda os generais Mamadu Ture "N'Krumah", Augusto Mário Có, Estêvão na Mena, Ibraima ("Papa") Camará e o tenente-coronel Daba Na Walna.
Um mês depois foram adicionados o general Saya Braia Na Nhapka, os coronéis Tomás Djassi, Cranha Danfá e Celestino de Carvalho, o capitão (naval) Sanhá Clussé, os tenentes-coronéis Júlio Nhate, Tchipa Na Bidon e Tcham Na Man ("Naman"), os majores Samuel Fernandes e Idrissa Djaló, os comandantes (navais) Bion Na Tchongo ("Nan Tchongo") e Agostinho Sousa Cordeiro, o capitão Paulo Sunsai, e os tenentes Lassana Camará e Júlio Na Man.
O nome de Sanhá Clussé, que morreu em 2016 quando era chefe do Estado-Maior da Armada da Guiné-Bissau, foi removido da lista no ano passado.
Quando a lista foi constituída, o Jornal Oficial da UE referia que todos pertenciam reconhecidamente ao comando militar que assumiu responsabilidade pelo golpe de Estado de 12 de abril, referindo designadamente que Júlio Nhate "conduziu a operação militar que apoiou o golpe de 12 de abril", Na Man foi um elemento ativo no mesmo, sob as ordens de António Injai, tendo também participado, em nome do Comando Militar, em reuniões com partidos políticos, e Lassana Camará foi "responsável pelo uso indevido de fundos públicos pertencentes às alfândegas que foram utilizados para financiar o Comando Militar.
Além das sanções sobre indivíduos da Guiné-Bissau, o Reino Unido publicou também regulamentos com sanções relativas à Birmânia, Irão, ISIL, Venezuela, República Democrática do Congo, Sudão do Sul e Coreia do Norte.” Disse DN.
Notabanca; 20.03.2019