Afonso Té
que falava em entrevista à Rádio Macaré esta terça-feira disse que a diferença
entre 54 deputados dos partidos assinantes do acordo não tem muita diferença
com os outros que ficaram de fora, neste caso, o PRS e o MADEM-G15.
"A
diferença é muito pouco, mas conhecendo o comportamento dos parlamentares da
Guiné-Bissau, vi que não vai ter grande margem para segurança. O Acordo de
Incidência Parlamentar, vai contudo garantir um consenso entre os seus
assinantes. Só que o problema é que a margem de garantia é pequena",
sublinhou Afonso Té.
Exemplificou que na legislatura passada, o PAIGC tinha 57 deputados e o povo esperava com a garantia de que haveria governabilidade, mas não aconteceu.
Exemplificou que na legislatura passada, o PAIGC tinha 57 deputados e o povo esperava com a garantia de que haveria governabilidade, mas não aconteceu.
Disse ainda
que a maior garantia da governabilidade nesta legislatura devia ser um acordo
entre os seis partidos com acento no parlamento.
"Devia
ser um acordo entre os que são considerados vencidos e daí se fazer o governo
desta maneira terá mais garantia para fazer a revisão de Constituição, da lei
eleitoral, da lei-quadro dos partidos políticos”, explicou.
Pediu que
haja bom senso entre os partidos com
representação na Assembleia Nacional Popular, bem como a capacidade de
negociação, de tolerância, modelo de engajar para poder juntar aquilo que
muitos pensam que pode ser útil para o desenvolvimento do país.
O PRID não
conquistou nenhum mandato nas legislativas de 10 março, e obteve um total de 2.622
votos.
Notabanca;
20.03.201

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