O Presidente
da Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH), apelou hoje aos partidos
políticos concorrentes as eleições legislativas de 10 de março para encontrarem
o entendimento e consenso que criem condições para que a Guiné-Bissau possa
arrancar definitivamente rumo ao desenvolvimento.
Augusto
Mário da Silva proferiu as palavras logo após a publicação dos resultados
eleitorais pela CNE, tendo pedido a máxima capacidade de diálogo por parte dos políticos,
para colocarem a Guiné-Bissau acima dos interesses pessoais, facilitando a
criação de um ambiente favorável à
governação.“Nâo obstante qualquer formação política não atingir a maioria absoluta para governar, os militantes são livres de manifestarem as suas satisfações pelo facto dos partidos que representam atingir os números que têm “,frisou.
Questionado
sobre o facto de em 2014, partido vencedor fez um Governo de inclusão, mas que
não deu certo, Augusto Mário da Silva disse que o contexto atual é diferente e
que exige diálogo e entendimento entre a classe política e que o próprio povo
está a reclamar isso.
Da Silva
disse estar esperançado que a maturidade política da classe partidária virá ao
de cima e que vão conseguir criar condições para que o país possa ser governado
de uma forma normal, salientando que na democracia não há vencedores nem
vencidos.
“O
importante é que todos participam dando suas contribuições na medida do
possível para estabilizar o país, tornando-o num Estado”, destacou
acrescentando, “o povo guineense é que ganhou, porque conseguiu de fato
manifestar a sua vontade nas urnas que é o mais importante e a reação dos
partidos com menor números de votos deve ser de um democrata que vai saber
respeitar a vontade popular expressa e juntos trabalharem para o bem da
Guiné-Bissau”, vincou Mário da Silva.
Resultados
provisórios das eleições dão vitória ao PAIGC com 47 mandatos, uma maioria
relativa que será suportada por mais três partidos no parlamento.
Notabanca;
13.03.2019

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