
Presidente
da República, José Mário Vaz quebra o silêncio sobre a crise.Em comunicado distribuído a imprensa, o chefe de Estado, exorta aos políticos no sentido de se aplicarem o “Acordo de Bissau” para a saída da crise política.
José Mário Vaz no documento, apela ao PAIGC para abrir os braços e as portas da sede, promovendo a reconciliação interna e oferecer a oportunidade de paz social ao povo guineense.
Em relação ao Parlamento, o Chefe de Estado pede que as portas do Parlamento sejam reabertas para pôr fim ao bloqueio institucional que condiciona o funcionamento em pleno do Estado.
Entretanto, os políticos reagiram ao comunicado publicado pelo Presidente da República.
Idrissa Djaló, líder do PUN considera o documento de um lixo.
Djaló acusa Presidente Vaz de ser homem sem caráter e incoerência nas suas atuações.
“Único legado que José Mário Vaz deixa ao povo, tomou a Guiné-Bissau que estava em progressão, joga-a ao lamaçal”.
No entender do líder do PAIGC, o comunicado da Presidência da República é mais um passo de manobra delatória, porque o documento de Bissau resultou no acordo de Conakry.
Acusando o Presidente Mário Vaz de falhar completamente com o alvo.
“Presidente da República a ser acolhido por um partido político, por sinal governa que não ganhou as eleições que os seus dirigentes se vangloriam que não é preciso ganhar as eleições para se poder governar. Eu digo sim obviamente, estamos a ver um caso na Guiné-Bissau. Mas apareceu isto tudo menos a democracia,” disse DSP.
Para o político, é uma vergonha nacional assistir um órgão da Presidência a aliciar os cidadãos para saírem as ruas, receber PR.
Para o líder da União para Mudança, o Presidente da República pretende desfazer “Acordo de Conacri”, por este constar o nome do PM, Augusto Olivais.

Agnelo
Regalla assegura que, Mário Vaz não tem maturidade política mais do que os líderes
do Coletivo Democrático em Defesa da Democracia. Recordamos que, os signatários do acordo de Bissau assinaram o documento no passado dia 10 de Setembro, de 2016, no qual constam alguns pontos a saber:
Formar um Governo de Consenso e Inclusivo para dirigir o país até as eleições legislativas de 2018.
Assumir a reforma da Constituição da República, e das leis eleitorais dos estatutos do partido, a reforma da administração Pública e da justiça.
Notabanca; 09.11.2017
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