quinta-feira, 9 de novembro de 2017

PRESIDENTE VAZ QUEBRA SILÊNCIO E DSP ACUSA-O DE FALHAR COMPLETAMENTE COM O ALVO 
Presidente da República, José Mário Vaz quebra o silêncio sobre a crise.
Em comunicado distribuído a imprensa, o chefe de Estado, exorta aos políticos no sentido de se aplicarem o “Acordo de Bissau” para a saída da crise política.
José Mário Vaz no documento, apela ao PAIGC para abrir os braços e as portas da sede, promovendo a reconciliação interna e oferecer a oportunidade de paz social ao povo guineense.
Em relação ao Parlamento, o Chefe de Estado pede que as portas do Parlamento sejam reabertas para pôr fim ao bloqueio institucional que condiciona o funcionamento em pleno do Estado.
Entretanto, os políticos reagiram ao comunicado publicado pelo Presidente da República.
Idrissa Djaló, líder do PUN considera o documento de um lixo.
Djaló acusa Presidente Vaz de ser homem sem caráter e incoerência nas suas atuações.
“Único legado que José Mário Vaz deixa ao povo, tomou a Guiné-Bissau que estava em progressão, joga-a ao lamaçal”.
No entender do líder do PAIGC, o comunicado da Presidência da República é mais um passo de manobra delatória, porque o documento de Bissau resultou no acordo de Conakry.
Acusando o Presidente Mário Vaz de falhar completamente com o alvo.
“Presidente da República a ser acolhido por um partido político, por sinal governa que não ganhou as eleições que os seus dirigentes se vangloriam que não é preciso ganhar as eleições para se poder governar. Eu digo sim obviamente, estamos a ver um caso na Guiné-Bissau. Mas apareceu isto tudo menos a democracia,” disse DSP.
Para o político, é uma vergonha nacional assistir um órgão da Presidência a aliciar os cidadãos para saírem as ruas, receber PR.
Para o líder da União para Mudança, o Presidente da República pretende desfazer “Acordo de Conacri”, por este constar o nome do PM, Augusto Olivais.
Agnelo Regalla assegura que, Mário Vaz não tem maturidade política mais do que os líderes do Coletivo Democrático em Defesa da Democracia.
“O Presidente está a fazer manobras. É mais uma diversão, brincar à política o povo na penúria,” disse Regalla.
Recordamos que, os signatários do acordo de Bissau assinaram o documento no passado dia 10 de Setembro, de 2016, no qual constam alguns pontos a saber:
Formar um Governo de Consenso e Inclusivo para dirigir o país até as eleições legislativas de 2018.
Assumir a reforma da Constituição da República, e das leis eleitorais dos estatutos do partido, a reforma da administração Pública e da justiça.
Notabanca; 09.11.2017

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