MIL E TREZENTOS SOLDADOS UCRÂNIANOS MORTOS DURANTE A GUERRA COM A RÚSSIA
Presidente Volodymyr Zelensky anunciou este sábado os números das vítimas causadas pela guerra na Ucrânia.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou este sábado numa conferência de imprensa o número de vítimas mortais provocadas desde o início da invasão russa, há duas semanas.
Depois de referir as perdas russas eram "colossais", Zelensky deu conta do número de soldados ucranianos mortos desde dia 24 de fevereiro: cerca de 1.300.
O presidente ucraniano indica ainda, na mesma declaração, que cerca de 500 a 600 soldados russos se renderam às forças ucranianas na sexta-feira.
Zelenskiy disse ainda que as equipas de negociação ucraniana e russa começaram a discutir tópicos mais concretos em vez de trocar ultimatos e apelou a que o Ocidente esteja mais envolvido nas negociações para acabar com a guerra.
Recorde-se que a guerra começou há 17 dias quando Vladimir Putin lançou uma ofensiva militar contra a Ucrânia sob pretexto de querer "desnazificar" o país. Desde então, registaram-se mais de 2,6 milhões de refugiados além das vítimas mortais da guerra que aumentam de dia para dia.
PUTIN ACUSA UCRÂNIA DE VIOLAÇÃO DO DIREITO HUMANITÁRIO
O Presidente russo, Vladimir Putin, acusou hoje as forças ucranianas de "violações flagrantes" do direito humanitário, pedindo ao Presidente francês, Emmanuel Macron, e ao chanceler alemão, Olaf Scholz, para pressionarem Kyiv a pôr fim a essa situação.Numa conversa telefónica com os dois dirigentes, Putin falou em "assassínios extrajudiciais de opositores", "civis feitos reféns" e sua "utilização como escudos humanos" bem como a "colocação de armas pesadas em zonas residenciais, na proximidade de hospitais, escolas e jardins de infância", segundo um comunicado do Kremlin.
O líder russo acusou ainda "batalhões nacionalistas" ucranianos de "perturbarem sistematicamente as operações de salvamento e de intimidar civis que tentam sair" das zonas de combate.
"Vladimir Putin exortou Emmanuel Macron e Olaf Scholz a exercerem a sua influência sobre as autoridades de Kyiv para que ponham fim a estas ações criminosas", acrescentou o Kremlin.
Macron e Scholz tiveram uma conversa telefónica com Putin, um dia após a cimeira europeia de Versalhes, indicara antes o Palácio do Eliseu.
A Rússia lançou a 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já causou pelo menos 564 mortos e mais de 982 feridos entre a população civil e provocou a fuga de cerca de 4,5 milhões de pessoas, entre as quais 2,5 milhões para os países vizinhos, segundo os mais recentes dados da ONU.
Notabanca, 12.03.2022
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