Umaro Sissoco Embaló falava após a deposição de coroas de flores nas campas de Amílcar Cabral e de Nino Vieira no aquartelamento dAmura.
Na ocasião, o chefe de Estado reconheceu e valorizou todos os que de uma forma direta ou indireta contribuíram para a libertação da Guiné-Bissau do jugo colonial.
Questionado sobre alegadas reivindicações de alguns combatentes que dizem que seus sacrifícios de luta não são reconhecidos pelas autoridades, respondeu que ninguém vai a luta para trazer factura, mas que sim é um “ato de patriotrismo”.
O Presidente Sissoco pediu aos políticos para deixarem de politizar a história dos combatentes, “porque durante a luta ninguém recebia salário” e reterou que o Estado tem um compromisso e dívida moral para com os comabtentes da liberdade da Pátria.
Criticou que a Guiné-Bissau é o único país no mundo onde o número dos antigos combatentes aumenta cada vez mais, em vez de diminuir.
O chefe de Estado guineense disse vai assumir o processo dos antigos combatentes visando a melhoria das suas condições de vida.
Sem comentários:
Enviar um comentário