O Ministério de Saúde Pública da Guiné-Bissau exortou aos cidadãos à se prevenirem contra o vírus chamado “Cronovírus” que começou a manifestar na República Popular da China no dia 12 de Dezembro último e que já matou 41 pessoas num total de 440 casos registados.
A informação
consta num comunicado do Ministério da Saúde Pública produzido no dia 25 de corrente mês concernente o caso de
emergência da saúde pública no mundo.
Na nota, o
Ministério de Saúde Pública aconselha aos cidadãos guineenses no sentido de
lavarem as mãos com água e sabão sempre que fizerem alguma coisa, evitando o
contacto com secreções (salíva, espirros, tosse, catarro) e, não partilharem
objectos pessoas como talheres (colheres e garfos) e que em caso de qualquer
suspeita devem contactar a estrutura sanitária mais próxima das suas zonas.
“Além da
República Popular da China já foram dectatados
casos de coronavírus na Tailândia, no Japão, na República de Coreia de
Norte, nos Estados Unidos de América e na França”, refere o documento.
Segundo
o comunicado, o coronavírus é uma doença
que pode ser grave e que pode conduzir uma pessoa à morte. Os sintomas da
doença consistem em febre e sintomas respiratórios, como por exemplo: tosse e
dificuldades em respirar.
“Os casos suspeitos tém histórico da viagem à
áreas de transmissão local (países ou localidades onde tenham detectado a
doença), cerca de 14 dias antes do início dos sintomas”, refere o documento.
De acordo
com o documento também são casos suspeitos os que tenham tído contacto com uma
pessoa que tenha estado em áreas de transmissão local e que são suspeito da
doença ou que tenha tído contacto com pessoas com confirmação laboratorial da
doença.
A
Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que ainda não há motivos para
declarar emergência de saúde pública de âmbito internacional, mas encoraja os
países à reforçarem a vigilância e as medidas de prevenção.
Notabanca; 27.01.2020
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