O Conselho de Segurança da ONU felicitou
as forças de defesa e segurança por não interferirem nas questões políticas.
"Os membros do Conselho de
Segurança manifestaram profunda preocupação com a contínua crise política e
institucional e reafirmaram o seu total apoio à legitimidade do Governo do
primeiro-ministro Aristides Gomes, responsável pela organização das eleições
presidenciais em 24 de novembro de 2019", refere uma nota enviada à
imprensa datada de terça-feira.O Conselho de Segurança esteve reunido na segunda-feira ao final do dia à porta fechada para analisar a evolução da situação política no país.
"Os membros do Conselho de
Segurança congratularam-se com a não interferência das forças de defesa e
segurança da Guiné-Bissau e os instaram-nas a manter essa postura durante e
depois do processo eleitoral e político", pode ler-se no comunicado.
O Conselho de Segurança destacou também
o papel da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que
decidiu numa cimeira extraordinária, realizada no Níger na semana passada,
reforçar a presença da força de interposição (Ecomib) e enviar, no sábado, uma
missão de chefes de Estado ao país.
Na nota à imprensa, o Conselho de
Segurança pede aos atores políticos para trabalharem juntos para a realização
das eleições presidenciais e reiteram a sua "profunda preocupação com o
grave problema do tráfico de drogas na Guiné-Bissau" e com o seu impacto
na "vida política do país, contribuindo para alimentar o conflito
subjacente".
"Os membros do Conselho de
Segurança lembraram todos os intervenientes que irão considerar tomar as
medidas apropriadas contra aqueles que comprometem a estabilidade na Guiné-Bissau",
conclui a nota à imprensa sobre o encontro.
A Guiné-Bissau realiza eleições
presidenciais em 24 de novembro num momento de tensão política, depois de o
Presidente ter demitido o Governo de Aristides Gomes, saído das legislativas de
10 de março, e nomeado um outro liderado por Faustino Imbali.
Grande parte da comunidade internacional
opôs-se a estas decisões e a CEDEAO exigiu a demissão de Imbali, sob pena de
impor "pesadas sanções" aos responsáveis pela instabilidade política.
Imbali acabou por se demitir na
sexta-feira, pouco antes de serem conhecidas as decisões dos chefes de Estado
da CEDEAO, que decidiram reforçar a presença da força de interposição Ecomib no
país e advertir o Presidente guineense, José Mário Vaz, de que qualquer tentativa
de usar as forças armadas para impor um ato ilegal será "considerada um
golpe de Estado".
No sábado, chegam a Bissau seis chefes
de Estado da CEDEAO para dar a conhecer as decisões da cimeira ao Presidente
cessante José Mário Vaz e avaliar a situação no país.
Notabanca; 13.11.2019

Só os tolos, os imbecis, ignorantes natos, os marginais, os não presta vão votar no JOMAV cuja presidência não teve nada de sapiência, nada de organização, nada de constitucionalidade, nada do Estado. Enfim, uma presidencia que chocou toda a comunidade nacional e internacional, que não deixou nada de positivo. Este presidente cessante é para olvidar o mais depressa possível evitando assim maiores danos morais, físicos e psíquicos. À Deus JOMAV!
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