"Um agente da Polícia da Intervenção Rápida da Guiné-Bissau (PIR), roubou o
Smartphone do jornamosta e chefe da redação da Rádio Jovem, Alison Cabral, que
fazia cobertura jornalística durante um protesto da juventude dos partidos da Maioria
Parlamentar, na avenida que dá acesso ao parlamento guineense.Foi preciso a intervenção da vice-presidente do sindicato de jornalistas guineenses, Fátima Tchuma Camara, bem como de um agente das Nações Unidas (UNIOGBIS) e do Comandante da Policia da Ordem Pública de Bissau, que pediram o agente para devolver o aparelho ao jornalista Alison.
O ato aconteceu esta sexta-feira, 07 de junho de 2019. O tal agente da PIR
alega que Alison Cabral é jornalista da Rádio, não tem direito de fazer
filmagem durante os protestos.
No código que regula funcionamento dos órgãos da comunicação social
guineense, não existe nenhuma lei que proíbe jornalistas da Rádio de fazerem
filmagem; dando assim aos profissionais da imprensa, uma livre escolha do
método que julgar ser mais eficaz para a recolha e conservação das informações.
De sublinhar que, este atitude do policial não começou hoje. Casos de género
aconteceram com vários jornalistas, até, alguns foram espancados e injuriados
durante algumas manifestações da Nona Legislatura".
Força irmão Alison! Parar ou desistir é resignar da profissão. Notabanca; 07.06.2019

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