O Conselho de Segurança da ONU fez hoje um balanço “totalmente positivo” da visita de 24 horas que realizou à Guiné-Bissau para analisar os desenvolvimentos para a paz e segurança.
“O balanço desta visita é totalmente positivo. Recebemos uma boa disponibilidade de todas as autoridades, atores políticos e sociedade civil. Regressamos com muito otimismo”, afirmou o embaixador da Guiné Equatorial junto das Nações Unidas, Anatólio Ndong Mba.
A Guiné
Equatorial assume, durante o mês de fevereiro, a presidência do Conselho de
Segurança da ONU.
“A festa da
democracia, que começou hoje com o arranque da campanha eleitoral, pensamos que
vai concluir-se positivamente com a realização de eleições no dia 10”,
sublinhou.
A campanha
eleitoral para eleições legislativas na Guiné-Bissau arrancou hoje e termina a
08 de março.
Para o
diplomata da Guiné Equatorial o que falta é o “apoio da comunidade
internacional”, que depois das eleições vai “continuar a acompanhar a
Guiné-Bissau para fazer frente aos diferentes desafios”.
Questionado
sobre o relatório do secretário-geral da ONU, António Guterres, que continua
preocupado com a situação “frágil” da Guiné-Bissau, incluindo com a
desconfiança e manobras políticas para dificultar o processo eleitoral,
Anatólio Ndong Mba disse que a “fragilidade é normal” no atual momento, tendo
em conta a “fraqueza das instituições políticas”.
Sobre a
possibilidade da Missão Integrada das Nações Unidas para a Consolidação da Paz
no país ser encerrada em 2020, o embaixador disse que a “questão está a ser
avaliada e estudada”.
Anatólio
Ndong Mba, que é também o presidente do comité das sanções para a Guiné-Bissau,
disse que as sanções impostas aos militares guineenses vão ser analisadas em
Nova Iorque.
Na sequência
de golpe de Estado de 2012, o Conselho de Segurança da ONU aplicou sanções a 11
oficiais guineenses envolvidos na alteração da ordem constitucional.
O Conselho
de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se para discutir a situação no país
no final de fevereiro.
Notabanca;
17.02.2019
O Conselho de Segurança da ONU fez hoje um balanço
“totalmente positivo” da visita de 24 horas que realizou à Guiné-Bissau para
analisar os desenvolvimentos para a paz e segurança.
“O balanço desta visita é totalmente positivo.
Recebemos uma boa disponibilidade de todas as autoridades, atores políticos e
sociedade civil. Regressamos com muito otimismo”, afirmou o embaixador da Guiné
Equatorial junto das Nações Unidas, Anatólio Ndong Mba.
A Guiné
Equatorial assume, durante o mês de fevereiro, a presidência do Conselho de
Segurança da ONU.
“A festa da
democracia, que começou hoje com o arranque da campanha eleitoral, pensamos que
vai concluir-se positivamente com a realização de eleições no dia 10”,
sublinhou.
A campanha
eleitoral para eleições legislativas na Guiné-Bissau arrancou hoje e termina a
08 de março.
Para o
diplomata da Guiné Equatorial o que falta é o “apoio da comunidade
internacional”, que depois das eleições vai “continuar a acompanhar a
Guiné-Bissau para fazer frente aos diferentes desafios”.
Questionado
sobre o relatório do secretário-geral da ONU, António Guterres, que continua
preocupado com a situação “frágil” da Guiné-Bissau, incluindo com a
desconfiança e manobras políticas para dificultar o processo eleitoral,
Anatólio Ndong Mba disse que a “fragilidade é normal” no atual momento, tendo
em conta a “fraqueza das instituições políticas”.
Sobre a
possibilidade da Missão Integrada das Nações Unidas para a Consolidação da Paz
no país ser encerrada em 2020, o embaixador disse que a “questão está a ser
avaliada e estudada”.
Anatólio
Ndong Mba, que é também o presidente do comité das sanções para a Guiné-Bissau,
disse que as sanções impostas aos militares guineenses vão ser analisadas em
Nova Iorque.
Na sequência
de golpe de Estado de 2012, o Conselho de Segurança da ONU aplicou sanções a 11
oficiais guineenses envolvidos na alteração da ordem constitucional.
O Conselho
de Segurança das Nações Unidas vai reunir-se para discutir a situação no país
no final de fevereiro.
Notabanca;
17.02.2019

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