
Presidente
da Comissão para a Paz e Reconciliação Nacional (CPRN), disse que o Movimento
da Sociedade Civil entregou ao Presidente da República o dossiê do Pacto de
Estabilidade Eleitoral.
Domingos da
Fonseca que falava aos jornalistas logo após um encontro com José Mário Vaz,
disse que o documento deve servir como fundamento para que todos os atores
políticos, sociais, religiosos e tradicionais da Guiné-Bissau digam “basta de instabilidade política no país”.
“Depois das
eleições, o partido vencedor deve ser deixado governar até ao fim do seu
mandato e depois o povo que o escolheu nas urnas pode o julgar ”, explicou.
Afirmou que
querem uma estabilidade duradoura para o país à semelhança dos outros no mundo
e que,se cada guineense não sentir este compromisso como o sangue que corre nas
suas veias, a Guiné-Bissau nunca vai
sair da situação em que se encontra.
“Ou seja, a
estabilidade é a pedra angular e o motor catalisador para garantir o início do processo
de desenvolvimento sustentável da Guiné-Bissau “,frisou.
Questionado
sobre como é que será feita o referido
pacto entre os actores sociais, respondeu que uma vez entregue o documento ao
Governo e a Presidência da República, o mesmo
vai ser igualmente entregue à todas as forças vivas do país e depois
vai-se marcar uma data para a sua assinatura entre todas as forças vivas da
Nação, para que depois possam cumprir e serem responsabilizados.
Fonseca que
é também páraco na missão católica
frisou que o objectivo é depois de sair desta situação, que o país arranque de
uma vez rumo ao desenvolvimento, para que haja água potável, escolas,
hospitais, boas estradas e energia eléctrica.
Perguntado
se será fácil convencer principalmente os políticos a assinar o documento em
causa Domingos da Fonseca, questionou que, se foi possível em outros países
porque não na Guiné-Bissau, acrescentando que
“são homens como nós, mas tudo vai depender da força de vontade”, tendo
aconselhado aos políticos a repetirem no seu intimo o titulo do documento sobre
pacto de estabilidade.
O Presidente
da República recebeu igualmente a representante regional do Alto Comissariado
para Refugiados, que veio agradecer a Guiné-Bissau pela generosidade de acolher os refugiados Senegaleses no país e
os ter dado a nacionalidade guineense.
Notabanca;
16.01.2019

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