
Estima-se que por ano morrem acima de mil e cem portugueses, segundo um estudo divulgado, ontem pela Cooperação e Desenvolvimento Económico.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico traça uma estimativa mundial dos efeitos da resistência a antimicrobianos a nível da mortalidade, morbilidade e custos económicos.
Portugal exibe dos mais altos resultados de mortalidade no conjunto de mais de trinta países analisados, com 11,3 por 100 mil habitantes, apenas ultrapassada por Itália, com 18,2 e pela Grécia, com 14,8.
Portugal apresenta valores de mortalidade anual que são quase o triplo da média dos países membros da organização e o dobro da média da União Europeia.
Notabanca; 0y.11.2018
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