O Primeiro-ministro, Aristides Gomes mostrou-se hoje descontente com o comportamento de alguns antigos Combatentes que decidiram encerrar as portas do Ministério dos Combatentes da Liberdade da Pátria.
À saída do
encontro entre o Presidente da República, José Mário Vaz e Antigos Combatentes
da Liberdade da Pátria, Aristides Gomes disse que o Governo decidiu fazer o
reajuste salarial na Função Pública e que a informação foi dada para que todos
os funcionários possam estar cientes.
“Acredito que
a falta da informação por parte de alguns antigos combatentes, ou dos seus
familiares, fez com que os mesmos optassem pela invasão daquele ministério ao
mesmo tempo encerar as portas proibindo a entrada e saída dos funcionários”,
disse o Primeiro-ministro.
Aristides
Gomes assegurou que o salário do mês de Outubro, será pago com o retroactivo do
mês transacto.
Aquele
responsável destacou ainda que ninguém tem o direito de fechar um ministério do
Estado, porque está contente ou descontente por alguma razão.
“A única
forma da utilização da força no estado de direito é a forca exercida pelo
Estado, mas para o bem de todos os cidadãos”, disse o Chefe do Governo.
Acrescentou
que é o mesmo comportamento que deve ser traduzido para que o país possa
construir um verdadeiro Estado de direito. O Porta-voz dos antigos combatentes,
Paulo José Mendes disse que alguns combatentes foram levantar o seu dinheiro e
viram na conta o mesmo valor que costumavam receber anteriormente, pensaram que
o reajuste seria mesmo no mês de Setembro, razão pela qual foram reclamar no
Ministério dos Antigos Combatentes da Liberdade da Pátria.
José Mendes
acrescentou que os antigos combatentes alegaram que quando viram nas suas
contas que o salário era o mesmo se dirigiram ao Ministério dos Antigos
Combatentes da Liberdade da Pátria, para pedir informações ao Ministro daquela
Instituição, mas este recusou os atender, razão pela qual, os Combatentes
decidiram trancar as portas do Ministério dos Combatentes da Liberdade da
Pátria.
“Entenderam
que o aumento foi feito na Função Pública mas que os antigos combatentes não
beneficiaram desse aumento”, disse Paulo José Mendes.
“O país
ainda não pode ter bênção se os combatentes continuassem a sofrer deste jeito”. Que vergonha!
Notabanca;
044.10.2018
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