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Em conferência de imprensa realizada hoje nas instalações do Parlamento guineense, Leopoldo da Silva menosprezou a importância do documento, uma vez que até aqui não isentou os cidadãos guineenses pagamentos indevidos nas travessias das fronteiras sub-regionais entre Dakar e Bissau.
“Não há vantagem do bilhete de identidade da CEDEAO. Porque os cidadãos pagam em Mpak, Senouba, Djeguê no Senegal e Safim na Guiné-Bissau para atravessar as fronteiras”.
Ainda, Da Silva disse não compreender que passa na Guiné-Bissau, porque noutros países da sub-região, o bilhete de identidade da CEDEAO é grátis no primeiro e segundo meses de produção.
O parlamentar denunciou ainda a divida que o consulado da Guiné-Bissau em Ziguinchor contraiu com um cidadão senegalês, num valor de sete milhões e quinhentos mil francos CFA, cujo caso se encontra no fórum judicial em Senegal. Por isso pede a intervenção do Governo.
Notabanca; 06.06.2018
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