Em causa está a exoneração de juízes conselheiros do órgão
máximo da justiça são-tomense pelo Parlamento.O presidente exonerado, Silva Gomes Cravid, diz que a destituição dos três juízes conselheiros do órgão é ilegal.
E, pede mediação internacional, a oposição e funcionários dos tribunais estão solidários.
O líder da suprema justiça santomense qualificou de uma atrocidade e aberração, num estado de direito democrático.
A exoneração foi anunciada na última sexta-feira depois da aprovação no parlamento de uma resolução com 30 votos dos deputados do partido no poder.
Segundo as leis de São Tomé e Príncipe, a a Assembleia Nacional não tem competência para nomear e exonerar os juízes conselheiros.
Notabanca; 08.05.2018
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