
Aladje
Fadiá, informou, esta terça-feira, 03 de outubro, em conferência de imprensa
conjunta com a missão do Fundo Monetário Internacional, que não se pode fazer o
reajuste salarial e o aumento salarial na Função Pública este ano 2017, como
tem sido as exigências da União Nacional dos Trabalhadores da Guiné – Central
Sindical, devido à falta de aprovação do Orçamento Geral de Estado (OGE) pelos
deputados. Há dois anos que o executivo guineense está a funcionar com
duodécimos, o que, na opinião do Ministro do Estado da Economia e Finanças, não
permite o aumento e o reajuste salarial na administração pública no ano
corrente.Contudo, João Aladje Fadiá diz que o governo está a trabalhar para concretizar os anseios “Estamos a trabalhar, mas não quero antecipar as decisões do executivo, porque é o governo que vai decidir o que tem de fazer. Diz e-Global.
O reajuste salarial pode ser para cima e para baixo. Pode representar uma carga, em termos de massa salarial, mais alta ou menos alta, dependendo do número de efetivos. É um trabalho que está a ser feito neste momento” avançou, adiantando que “este aumento tem que ser escrito no OGE, neste caso só em 2018 é que poderemos começar a aplicar aquilo que foi aprovado pela Assembleia Nacional Popular”.
“Hoje estamos a 3 de outubro e janeiro é depois de amanhã. Portanto, não se pode fazer agora o reajuste de salário” explicou. Sobre a situação do fornecimento de energia elétrica e o abastecimento de água que tem criado transtornos aos citadinos, João Aladje Fadiá, prometeu, a curto prazo, melhorar a situação. “Estamos perante um processo. De onde viemos e onde estamos hoje quase não tem comparação, está em curso um investimento muito significativo. Pensamos, a curto prazo, resolver todo o problema de energia em Bissau e em algumas localidades da Guiné-Bissau” disse João Aladje Fadiá.
Notabanca,
05.10.2017
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