
O novo embaixador da Nigéria na Guiné-Bissau, Adeyemi
Afo Laham Ambrosi, defendeu, esta segunda-feira, que os guineenses têm de
contribuir para que haja paz no país.«Os próprios guineenses têm de contribuir para que haja paz na Guiné-Bissau», disse o diplomata, quando questionado sobre a continuação do apoio da Nigéria à Ecomib, força militar da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), estacionada no país desde 2012.
Sobre a sua missão, disse que vem com instruções para «cimentar e aumentar» a
cooperação entre os dois países e ainda para «trabalhar em conjunto para o
desenvolvimento».
O antigo presidente da Nigéria, Olesegun Obasanjo, foi um dos primeiros
mediadores mandatados para a CEDEAO para ajudar os guineenses a ultrapassar a
crise política que o país vive há cerca de dois anos.
O atual governo não tem o apoio do partido que ganhou as eleições com maioria
absoluta e o impasse político tem levado vários países e instituições
internacionais a apelarem a um consenso para a aplicação do Acordo de Conacri –
é patrocinado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental
(CEDEAO), prevê a formação de um Governo consensual integrado por todos os
partidos representados no Parlamento e a nomeação de um primeiro-ministro de
consenso e da confiança do chefe de Estado, e Notabanca; 10.10.2017
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