Os traumas da greve na
função pública guineense continuam a suscitar inquietações alarmantes, aos
pacientes internados no Hospital Nacional “Simão Mendes”, em Bissau.
Prova disto, alguns
familiares estão a transferir os seus doentes para diferentes clínicas da
capital, procurando a melhor assistência médica.
A UNTG-Central Sindical
cumpre, hoje 09 de agosto, o segundo dos três dias da greve geral no aparelho
administrativo de Estado.
Entretanto, as vozes de
solidariedade continuam a chegar à imprensa.
A direção do sindicato de
base do Parlamento guineense manifesta-se solidário para com a greve em curso.
A
organização parlamentar apela a maior Central Sindical para não desistir da sua
luta justa em defesa e promoção dos valores sociais, sobretudo a legalidade estabilidade
dos funcionários de Estado.
“Vamos para casa, porque
nos disseram para ir para clinica. Como não temos dinheiro suficiente para
clinica, vamos ter que regressar para casa…Se o meu filho falecer! Hum!... Paciência!”
Diz Fátima Gomes mãe de uma criança com as lagrimas nos cantos dos olhos.
Hoje em comunicado, o
coletivo governamental exortou os ministros da Economia e das Finanças bem como
o da Função Pública, no sentido de acionarem mecanismos de controlo rigoroso
das faltas cometidas durante a vigência da greve e procederem nos termos da lei,
os descontos aos trabalhadores faltosos.
Notabanca; 09.08.2017
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