
Carlitos Barrai falava em conferência de imprensa promovida conjuntamente com os seus colegas do Ambiente e da Agricultura, e moderado pelo próprio Primeiro-ministro na qual cada governante procedeu ao balanço das actividades levadas a cabo no respectivo pelouro.
«A situação
de falsificação de processos de junta médica é grave, uma vez que os médicos
juraram salvar vidas e não promover acções de corrupção, mesmo à custa das
próprias vidas que juraram salvar», criticou aquele governante.
Sublinhou
que apesar dos procedimentos rigorosos para a obtenção de junta médica na
Guiné-Bissau, através de avaliação criteriosa por uma comissão medica para cada caso, de modo a certificar a veracidade
da enfermidade, os médicos supostos médicos infractores conseguiram iludi-los.
«Para
verificar se uma junta é falsa ou não olhamos para a imagem da pessoa a quem se
pretende atribuir e através disso conseguimos descobrir muitas falsificações
emitidas por médicos corruptos a troco de determinadas compensacões
financeiras”, disse Carlitos Barai que avançou que desta forma, os mesmos
estariam a promover a emigração ilegal junto aos países de acolhimento.
Acrescentou
que medidas correctivas serão tomadas para por cobro a situação.
Por outro
lado, aquele responsável sublinhou que actualmente a oferta de quadros formados
na área de saúde é muito maior em relação as necessidade do pais, pelo que o
seu ministério irá dar-se ao luxo de começar a seleccionar os agentes para
oferta de emprego, a partir de um concurso público. Diz ANG
“Não basta
simplesmente ser o formado na área para ser imediatamente empregado. Vamos
começar a escolher os mais aptos entre os formados”, afirmou.
A concluir,
referiu a falta de verbas para equipar e por a funcionar o centro de
hemodiálise, mas no entanto, afirmou que
diligências estão sendo feitas no sentido de superar esta dificuldade o
mais cedo possível.
Notabanca;
19.08.2017
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