
Sofia
Branco, presidente do Sindicato de Jornalistas portugueses evidenciou o fato de
estarmos perante "um caso político
em que os jornalistas são os principais danos colaterais”.Segundo a responsável, trata-se de uma decisão dirigida a órgãos de comunicação que "são maioritariamente detidos pelo Estado [Português]" e, nessa qualidade, os jornalistas "são um dano colateral do Estado que se quer atingir, que é Portugal no seu conjunto em termos políticos".
Para Sofia Branco, a liberdade "deve estar acima de acordos políticos que as partes vão resolver entre si mais tarde ou mais cedo". Afirmando que na Guiné-Bissau, "a RTP e a Lusa são órgãos muito conhecidos das pessoas em geral”, a presidente do Sindicato dos Jornalistas frisa o impacto que esta decisão tem não só em Portugal, mas também na Guiné.
"Imensas pessoas da Guiné-Bissau a viver aqui querem saber o que se passa no seu país e sabem-no através da Lusa e da RTP, quer versão rádio, quer televisão", explicou sindicalista.
Notabanca; 01.07.2017
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