Presidente
do sindicato de base dos funcionários da empresa Guinetel/Guiné-Telecom
discorda com a implementação do projecto de cabo submarino e da fibra-ótica na
Guiné-Bissau.
Hoje,
21 de julho em Bissau, em exclusivo a Notabanca, David Mingo, justificando que
a forma como está a ser conduzido o projeto não é transparente e não irá ter vantagens
para o país. Já que, as empresas multinacionais têm quota maioritária, o Estado
guineense ficará débil e atado no acordo desvantajoso.O sindicalista garante que o projeto é bem-vindo ao país mais mostrou-se indignado com a criação da nova empresa, denominada: “Bissau-Cabo” em detrimento da Guinetel/GuinéTelecom sem conhecimento do sindicato e trabalhadores. Adiantando que não há razão para o efeito se não colocar os trabalhadores de Guinetel/GuinéTelecom à morte lenta.
Notabanca; 21.07.2017
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