quarta-feira, 28 de junho de 2017

NUNO NABIAN ACUSA PRESIDENTE VAZ DE RECRUTAR MILÍCIAS PARA O PROTEGER E CRIAR CAOS NO PAÍS 
Presidente da Assembleia do Povo Unido-Partido Democrático (APU-PDGB) encoraja ao Presidente Mário Vaz para pedir desculpas ao povo, renunciar-se do poder e convocar eleições gerais já que reconheceu que não está capacitado de ultrapassar a crise política vigente no país, há mais de dois anos.
Para o efeito, Nuno Gomes Nabian exige a realização das eleições gerais no país, caso o Presidente da Republica devolva o poder ao povo no mês de Outubro.
Sobre a convenção do PAIGC, que o Chefe de Estado disse ter evitado o banho de sangue, o líder da Assembleia do Povo Unido considera tais declarações de grave assegurando que apesar de fórmulas políticas orquestradas sem efeito positivo por José Mário Vaz ainda esse pretende gradualmente tirar ganhos políticos e deixa claro que qualquer partido político que ganhar eleições não poderá coabitar-se com José Mário Vaz a não ser o seu apoiante, PRS que está a “perpetrar concertações maquiavélicas para conduzir o país ao abismo”.
O líder da APU-PDGB desafia Presidente Vaz para esclarecer a origem do dinheiro que diz ter para financiar eleições na Guiné-Bissau.
“JOMAV não pode nos comprar todos. Todo o dinheiro destinado para eleições o povo tem de saber a sua origem. Não pode ser dinheiro de droga, de lavagem de dinheiro, dinheiro de ouro ou de espada. Tem que ser dinheiro real para fazer eleições,” advertiu Nabian.
O presidente da APU acredita que estão numa guerra contra “diabo” e acusa Presidente Mário Vaz de falar sempre “asneira” por estar desorientado a comprometer o país com uma eventual crise na sequência da campanha de comercialização de caju que desembocou na subida galopante dos preços dos produtos da primeira necessidade nos mercados.
Gomes Nabiam chama atenção a todos os partidos políticos para se unirem de modo a lutar contra o regime do Presidente Mário Vaz, porque segundo Nabian, José Mário Vaz optou-se criar uma corporação de milícias em detrimento das forças armadas guineenses, que beneficiarão de bolsas no estrangeiro para depois protege-lo e trazer complicações ao país.
No entender do político apuano, a crise politica não tem solução. Mas aponta como saída, dissolução do Parlamento, criação de um Governo de Transição, e convocação de eleições gerais.
Notabanca; 28.06.2017

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