Alguns citadinos da capital elogiam Governo pela iniciativa de produção dos boletins de votos localmente
Alguns citadinos da Capital Bissau, felicitaram hoje,
o Governo liderado por Braima Camara, pela decisão de efetuar a produção dos
boletins de votos localmente, e sob a responsabilidade da Imprensa Nacional
INACEP.
Numa auscultação feita hoje pela Agência de Notícias da Guiné (ANG), Juelson Pereira estudante de 10º ano numa das escolas públicas do país, revelou que apesar de descordar com a decisão tomada pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), deixando de fora do processo algumas Coligações e candidatos, mas considera que a produção local dos boletins de voto, é uma iniciativa “encorajadora”.
A comerciante Eliza Gomes, disse esperar que as
próximas eleições gerais marcadas para o dia 23 de Novembro, de se contribuir
na transformação da Guiné-Bissau num país onde reina a paz
duradoura.
“Espero ainda que, as próximas eleições possam,
trazer ainda de volta a liberdade de expressão entre os cidadãos, que a
sociedade guineense saiba distinguir o que é a política e a cidadania, e por
último que a justiça retome o seu carater para todos e sem exclusão”, desejou.
Para Wiliam da Costa, não é nenhum segredo para
qualquer cidadão guineense atento que, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ),
está a cometer injustiça na validação de candidaturas, sendo assim, disse
acreditar que as próximas eleições, não irão acontecer de forma livre, justas e
transparentes.
De acordo com a Silvina Fonseca, costureira de
profissão, caso as próximas eleições forem vencidas pelo candidato Umaro
Sissoco Embaló, acredita que o país, encontrará um rumo muito mais evoluído do
que até o momento tem mostrado.
“Acredito que o candidato Embaló, é um Presidente com
ambição e visão de contruir a Guiné-Bissau, pelo que provou durante os cinco
anos do seu mandato, por isso apelo a sociedade guineense a confiar o segundo
mandato ao Sissoco para o bem do povo”, revelou Silvina Fonseca.
Por sua vez Tidjane Camara lamenta a não participação
do candidato Domingos Simões Pereira e a sua Coligação PAI-Terra Ranka, devido
a decisão tomada pelo Supremo Tribunal de Justiça.
“O STJ é uma entidade máxima de justiça, e a sua decisão
é vinculativa, mas penso que a sua decisão tem motivos, como foi justificado e
quanto as candidaturas admitidas, penso que quem sair como o vencedor, deve
cumprir com as promessas feitas durante a campanha”, afirmou.
Tidjane Camara sublinhou que a missão dos políticos,
deve ser de trabalhar para unir os guineenses, ao mesmo tempo, olhar para os
candidatos derrotados como uma “mais valia” para ajudar no desenvolvimento do
país e não como inimigos.
Notabanca; 29.10.2025





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