PRESIDENTE
SISSOCO E DIRECTOR-GERAL DA RDN NA MESMA MESA SOBRE PROBLEMAS DA RÁDIO
O Diretor-geral da Radiodifusão Nacional (RDN) transmitiu, na terça-feira, ao Chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló o nível das dificuldades por que passa este órgão de comunicação social do Estado.
Mamasaliu Sané disse que uma dessas dificuldades é a impossibilidade das emissões da RDN chegarem a Bafatá, região montanhosa situada à leste do país.
Segundo o diretor da RDN, o Presidente da República prometeu resolver a situação antes das eleições para que a população dessa região possa seguir as emissões do órgão ou seja acompanhar os tempos da antena de todos partidos concorrentes as legislativas de 04 de Junho próximo.
Nesse encontro, Sané disse que informou ainda ao chefe de Estado das dificuldades que a RDN atravessa em termos de transporte, para o Diretor-Geral, Serviço de Administração e para reportagem e diz que Umaro Sissoco prometeu doar duas viaturas à RDN antes das eleições.
Um outro assunto abordado com Umaro Sissoco Embaló, conforme Saliu Sané, se refere a Taxa Audiovisual,uma tributação indexada as faturas de luz, criada para apoiar financeiramente o funcionamento dos órgãos públios de comunicação social.
Depois de cerca de dois anos de sua cobrança, diz Sané, até então a Agência de Notícias da Guiné, o Jornal Nô Pintcha ,a Radiodifusão e a TGB não receberam nenhum tostão proveniente dessa cobrança.
“Esse fundo por mais pequeno que seja, pode ajudar na resolução de alguns problemas nos órgãos”, disse o DG da RDN que acrescenta que, em jeito de resposta a essa preocupação, o Presidente da República prometeu falar com o ministro das Finanças sobre o assunto para que os fundos recolhidos possam chegar aos seus destinatários.
Trata-se da chamada Contribuição Audiovisual – o financiamento do serviço público dos quatro órgãos de comunicação social do Estado, e determina no seu artigo 6º que 25 por cento das receitas recolhidas serão para a TGB, 20 por cento para a RDN , a ANG e o Nô Pintcha terão 15 por cento cada.
Os restantes 25 por cento ficarão para EAGB, para fazer face aos encargos de liquidação e iluminação pública.
Notabanca, 06.04.2023

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