quarta-feira, 24 de junho de 2020

“TRANSFORMAÇÃO DAS TRANSMISSÕES MILITARES OBRIGA O PAÍS A ABRAÇAR TECNOLOGIAS DE CIBER-GUERRA” 
O ministro da Defesa Nacional, Sandji Fati, disse que uma das preocupações do Executivo é adotar as Forças Armadas de meios necessários e que lhes permitam cumprir as suas missões, sublinhando que a transformação das transmissões obriga o país a abraçar as tecnologias denominadas de “Ciberguerra”.
Advertências feitas na quarta-feira, 24 de junho de 2020, após a reunião do Conselho Superior da Defesa Nacional. A reunião desta quarta foi dirigida pelo Chefe de Estado, Úmaro Sissoco Embaló vestido de uniforme militar, e serviu para analisar o conceito da defesa nacional, considerado “extremamente importante” para definir missões. A reunião serviu também para se debruçar sobre o projeto de lei de programação e assuntos ligados à saúde militar,  entre outros, disse O Democrata.


O titular da pasta da defesa nacional anunciou que brevemente a instituição colocará em uso testes de aparelhos e que será capaz de analisar telemóveis e aplicativos das redes sociais, por exemplo, watshapp, de formas a garantir a segurança no país.

Sandji Fati informou que a instituição que dirige está a trabalhar com o intuito de modernizar as forças armadas, dotando-as de meios, nomeadamente: o serviço de transmissões militares e a contra inteligência militar no sentido de cumprirem cabalmente as suas missões.

O brigadeiro-general na reserva disse que na reunião abordaram também a proposta de promoção de alguns oficiais de coronéis a brigadeiros-generais. Sustentou que as pessoas em causa estavam em funções há mais de dez anos com patentes de coronéis, por isso o Comandante Supremo das Forças Armadas aprovou as suas promoções para brigadeiros-generais. 

“Assistiram à reunião do Conselho Superior da Defesa Nacional vários membros do governo, nomeadamente: os ministros dos Transportes, das Finanças, das Obras Públicas, dos Negócios Estrangeiros e do Interior, parte que constituem as componentes efetivas para ter a defesa nacional para  a nossa sobrevivência, enquanto unidade política”, rematou.

Notabanca; 24.06.2020

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