DIRETOR-GERAL
DAS FLORESTAS GARANTE TRAVAR EROSÃO COSTEIRA E ACABAR COM ENTRADA DE MADEIRA
PARA BISSAU

O Director-geral das Florestas e Fauna está
determinado em tudo fazer para travar o avanço e disseminação da erosão
costeira que submerge e destrói sistematicamente, alguns arrozais do país, impedindo
a produção do arroz em quantidade ao nível nacional.
Num encontro de dois dias realizado no sector de Mansôa, região de Oio para reflectir o sector florestal e faunístico, Braima Mané vulgo “Braima Cubano” deixou claro que para mudar o rumo das coisas, é preciso que cada agente da Floresta e Fauna se mobilize para prevenir danos florestais e promover incentivo para que o país possa erguer sinergias rumo ao desenvolvimento almejado.

O Director-geral das Florestas e Fauna está
determinado em tudo fazer para travar o avanço e disseminação da erosão
costeira que submerge e destrói sistematicamente, alguns arrozais do país, impedindo
a produção do arroz em quantidade ao nível nacional.Num encontro de dois dias realizado no sector de Mansôa, região de Oio para reflectir o sector florestal e faunístico, Braima Mané vulgo “Braima Cubano” deixou claro que para mudar o rumo das coisas, é preciso que cada agente da Floresta e Fauna se mobilize para prevenir danos florestais e promover incentivo para que o país possa erguer sinergias rumo ao desenvolvimento almejado.
“Braima Cubano” como também é conhecido, prometeu
enquanto responsável do sector das florestas, acabar com a entrada de madeiras
para Bissau e as industrias madeireiras por forma a conservar a floresta.
“Aquilo que a imprensa anda a dizer é verdade. Agora
os agentes de floresta só sentam-se em postos de controlo para se fiscalizar. Por
isso que disse, vamos ressuscitar o sector. Acabar com empresas madeireiras em Bissau.
Que fique garantido, eu enquanto responsável deste sector, madeira não entra
mais para Bissau,” garante Mané.
Para o DG das Florestas, é preciso agir. Porque as
florestas do país sofreram devastação abusiva de árvores de suma importância pelos
estrangeiros no período de transição política, em 2012.
Em representação do Ministro da Agricultura no
evento, Malam Cassamá advertiu que, sem a intervenção rápida dos agentes dos Serviços
das Florestas, o país poderá estar em risco de não pode produzir mais arroz em
quantidade.
Segundo o técnico da agricultura, os arrozais
(bolanhas) das margens dos lagos e dos rios Mansôa, rio Geba, rio Cacheu e
Farim não têm capacidades para a produção suficiente do arroz e correm risco de
desaparecerem pela erosão costeira, se nada for feito. Daí que, segundo disse, a
preocupação do Director-geral das Florestas e Fauna refle rigorosamente, na
preocupação do ministério da Agricultura.
O encontro de reflexão de dois dias, juntou
ambientalistas, técnicos agrícolas e de mais parceiros do ministério da
Agricultura e é organizado pela Direcção-geral das Florestas e Fauna, sob a
liderança de Braima Mané.
Notabanca; 16.06.2020

















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