CIPRIANO CASSAMÁ ENTREGA RELATÓRIO
DE AUSCULTAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
O Presidente
da Assembleia Nacional Popular (ANP), entregou hoje ao Chefe de Estado guineense
o relatório da auscultação aos partidos políticos com assento
parlamentar.A saída do encontro com o Presidente da República, Cipriano Cassama disse aos jornalistas que falou com Umaro Sissoco Embaló das propostas que recebeu dos partidos políticos visando a formação do novo governo.Estado o relatório da auscultação aos partidos políticos com assento parlamentar.
Entretanto,
o chefe de Estado recebeu igualmente em audiências separadas o Procurador Geral
da República, Fernando Gomes e o Presidente do Tribunal de Contas, Dionísio
Cabi.
Após o
encontro o Procurador Geral disse ser uma audiência normal e que serve
para informar ao chefe de Estado dos trabalhos que estão a ser levados a cabo
nas diferentes instituições do Estado e sobretudo as acções desenvolvidas
na Procuradoria Geral da República.
Fernando
Gomes informou que abordou com Umaro Sissoco Embalo sobre o período de graça
concedida àqueles que porventura de uma forma ou outra desviaram bens ou
valores do Estado.
“Expliquei
ao Chefe de Estado de que faltam menos de 70 dias para o fim de prazo dado para
os que se apoderaram, de forma ilícita, dos bens de Estado procedessem a sua
devolução. Portanto são 90 dias e com o seu término, estes concidadãos terão
que responder perante a justiça, “doa aquém doer”, avisou.
Acrescentou
que não se pode deixar que os bens e valores do Estado retirados
ilegalmente continuem nas mãos desses indivíduos.
Instado a
falar de alguns servidores de Estado que ocuparam mais que uma habitação do Estado, o Procurador
Geral disse que não é normal que à uma pessoa seja concedida duas casas,
enquanto que outros servidores não dispõe de nenhuma.
“Por
isso, vou analisar e conhecer das condições que
estiveram na base de atribuição de mais
de uma casa às referidas pessoas”, prometeu.
Interrogado
sobre a questão de insegurança evocada pelos antigos primeiro- ministros,
nomeadamente Domingos Simões Pereira e Aristides Gomes, o Procurador Geral da
República afirmou que o país está numa
situação normal e que não vê nada que põe em causa os seus regressos ao país.
“Enquanto
cidadão e agora como Procurador-Geral da República defendi no passado e vou
continuar a defender que nenhum cidadão
pode ser impedido de regressar ao país. Portanto, não vejo nada que lhes
possa impedir de regressar”, vincou.
Perguntado
se a Procuradoria Geral da República já abriu um inquérito para apurar e
responsabilizar aos presumíveis autores morais e materiais do espancamento
do deputado da nação, Marciano Indi, disse que o assunto está a ser tratado.
Por sua vez,
o Presidente do Tribunal de Contas, Dionísio Cabi disse ser um encontro normal
e que durante o qual abordou com chefe de Estado a necessidade de se fazer
sanidade nas finanças públicas, como contributo para a boa governação.
Notabanca;
10.06.2020
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