Os dois
líderes suspeitos, identificados como o colombiano Ricardo Ariza Monje,
conhecido como "Ramon", e Braima Seidi Ba, de nacionalidade Guinéense
e portuguesa, foram quinta-feira cada um condenados a 16 anos de prisão.
Outros
considerados culpados, incluindo réus da Guiné-Bissau, Colômbia, Mali e México,
receberam penas de prisão entre quatro e 14 anos.
Há vários
anos, alguns países da zona são utilizados como ponto de passagem para o
tráfico de cocaína da América Latina para a Europa.Europa.
Notabanca;
03.04.2020


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