A
Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe entre os países com dívida
aliviada para facilitar a resposta ao impacto da pandemia covid-19. O FMI
anunciou na segunda-feira, 13 de abril de 2020, o perdão do serviço da dívida a
25 dos Estados mais pobres, incluindo Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe,
para lhes aliviar a dívida e facilitar a resposta ao impacto da pandemia.
A diretora
do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, adiantou, em
comunicado, que a medida permite cobrir durante seis meses os reembolsos
relativos à dívida destes Estados para com a instituição financeira e “afetar
uma maior parte dos magros recursos (destes países) aos esforços em assuntos de
urgência médica e ajuda”.
Este perdão
é concedido graças à utilização de verbas de um fundo destinado a financiar
ações de contenção de catástrofes e recuperação (CCRT, na sigla em inglês).
O CCRT pode
atualmente garantir o perdão do serviço da dívida até 500 milhões de dólares
(458 milhões de euros).
Os 25
Estados são Afeganistão, Benim, Burkina Faso, Chade, Comores, Gâmbia, Guiné,
Guiné-Bissau, Haiti, Ilhas Salomão, Libéria, Madagáscar, Malaui, Mali,
Moçambique, Nepal, Niger, República Centro-Africana, República Democrática do
Congo, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa, Tajiquistão, Togo e Iémen.
Notabanca; 14.04.2020
Sem comentários:
Enviar um comentário