Oh meu Deus!
Coisas inacreditáveis acontecem na Guiné-Bissau. Infectado de Covid-19 fuge do hospital
e até ao momento não foi encontrado. Está em Fuga. Ele está a disseminar a
doença à outras pessoas.
O Director
do Hospital Nacional Simão Mendes apela aos familiares de um cidadão nacional
diagnosticado com infecção do coronavírus e que fugiu recentemente daquele
estabelecimento hospitalar, no sentido de diligenciar o seu regresso às
autoridades sanitárias.Agostinho Semedo, em entrevista exclusiva hoje à ANG, afirmou que é inadmissível uma pessoa entrar num estabelecimento hospitalar e for detectado que está infectado com o vírus do coronavírus e depois foge.
“Os familiares do referido doente têm conhecimento do ocorrido e para tal devem fazer diligências para apresenta-lo de novo as autoridades sanitárias, de forma a fazer face a sua situação para evitar que contamine toda a sua família”, explicou.
Por esta razão aquele responsável sanitário lança apelo às pessoas para evitarem aglomerações, dar as mãos e outros mecanismos de protecção.
Questionado
sobre as diligências para localizar o doente em fuga, Agostinho Semedo disse que é difícil detectar uma pessoa aqui
dentro da cidade de Bissau, devido a própria característica dos bairros
desorganizados, acrescentando que isso só é possível com a colaboração de
familiares tendo em conta que está na sua casa.
Instado a dizer o que estão a fazer para que o cenário da fuga não volte a repetir, o médico frisou que só é possível através de sensibilização das pessoas porque o Hospital não é uma prisão que pode ser vedado com gradeamentos de ferro para impedir a saída de pessoas.
Perguntado sobre se há equipamentos completos para todo o pessoal de saúde, entre médicos e enfermeiros face a possibilidades de contágio por coronavírus, Agostinho Semedo disse que estão a trabalhar com os meios que dispõe.
Instado a dizer o que estão a fazer para que o cenário da fuga não volte a repetir, o médico frisou que só é possível através de sensibilização das pessoas porque o Hospital não é uma prisão que pode ser vedado com gradeamentos de ferro para impedir a saída de pessoas.
Perguntado sobre se há equipamentos completos para todo o pessoal de saúde, entre médicos e enfermeiros face a possibilidades de contágio por coronavírus, Agostinho Semedo disse que estão a trabalhar com os meios que dispõe.
“Nós temos
os meios como os grandes países que actualmente estão com problemas sérios de
contágio de covid-19. Temos o mínimo disponível que estamos a usar como batas
descartável, óculos de protecção, luvas, máscaras que temos estado a usar para
fazer face a pandemia”, afirmou.
Agostinho
Semedo sublinhou que normalmente fazem despistagem em tendas de triagem onde as
pessoas são diagnosticadas e as que provavelmente padecem com problemas
respiratórios são acantonadas e os outros são encaminhadas para os serviços
competentes para serem assistidas.
Abordado
sobre se até a data presente nenhum técnico de saúde foi infectado com o vírus
de covid-19, o responsável disse que até o momento não, acrescentando que,
contudo, há uma necessidade urgente do pessoal de saúde ser submetido ao teste
de despistagem, mas que devido a carência do país, não têm meios para fazer
esse trabalho à todos os técnicos de saúde.
A Guiné-Bissau regista 46 casos de
covid-19, três dos quais recuperados.
Em termos de distribuição geográfica, 31
casos foram registados em Bissau, 10 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco
na região de Biombo.
No âmbito do combate à pandemia, a
Guiné-Bissau já prolongou o estado de emergência até 26 de abril e endureceu
algumas das medidas para combate à prevenção da doença, à semelhança do que
aconteceu em alguns países do mundo.
A nível global, a pandemia de covid-19
já provocou mais de 146 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em
193 países e territórios. Mais de 450 mil doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de
dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Deu é Pai.
Notabanca;
17.04.2020

Sem comentários:
Enviar um comentário