Trata-se da empresa Palmeiras Company Import & Export Business Center SARL, criada a 11 de janeiro 2019 no Centro de Formalização de Empresas (CFE), uma instituição do Governo criada para este efeito.
São três as firmas comerciais sobre as quais pendem igualmente acusações, referente à operação que a 2 de Setembro resultou na apreensão de perto de duas toneladas de cocaína em Canchungo e Caió, região de Cacheu, norte da Guiné-Bissau.
De acordo com fonte da e-Global, ligada ao processo, a empresa AVISUL SARL, criada a 24 de agosto 2011, também no Centro de Formalização de Empresas e a empresa GB-Intercontinental SARL, criada em Agosto 2010, no Ministério da Justiça, constam nas acusações de prática de crimes de tráfico de drogas, associação criminosa e branqueamento de capitais.
No mesmo processo, 12 indivíduos, de diversas nacionalidades, foram acusados pela justiça, entre os quais 7 são de nacionalidade guineense, 3 de nacionalidade colombiana, uma pessoa de nacionalidade mexicana e outro de nacionalidade maliana.
Notabanca; 30.09.2019
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