
A decisão vem na sequencia do despacho do primeiro-ministro emitido no dia
29 de Janeiro que estabelece a taxa de sobrevalorização da ANCA em 20
francos CFA, o que corresponde à um aumento de 567%, conforme Mamadu Iéro
Djamanca da ANIE-GB esta terça-feira, 19 de Março.
“ Os despachos do primeiro-ministro sobre a matéria não são legais porque não respeita os estatutos da ANCA. Portanto este ano, não vai existir FUNPI muito menos a taxa de sobre valorização tanto que decidimos ainda que arroz, dinheiro e crédito para a presente campanha não vai existir. Os 17 francos proposto pelo primeiro-ministro também não existe. Enquanto a ANCA não prestar as contas dos anos 2016-2018, nem 0,5 de taxa de sobrevalorização será paga pelos exportadores”, garantiu Djamanca.
Por outro lado, conforme a rádio Sol Manci, Djamanca lembrou que a ANCA não tem poderes de cobrar aos exportadores e explicou porquê.
Notabanca; 19.03.2019
“ Os despachos do primeiro-ministro sobre a matéria não são legais porque não respeita os estatutos da ANCA. Portanto este ano, não vai existir FUNPI muito menos a taxa de sobre valorização tanto que decidimos ainda que arroz, dinheiro e crédito para a presente campanha não vai existir. Os 17 francos proposto pelo primeiro-ministro também não existe. Enquanto a ANCA não prestar as contas dos anos 2016-2018, nem 0,5 de taxa de sobrevalorização será paga pelos exportadores”, garantiu Djamanca.
Por outro lado, conforme a rádio Sol Manci, Djamanca lembrou que a ANCA não tem poderes de cobrar aos exportadores e explicou porquê.
Notabanca; 19.03.2019
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