Um coletivo de 17 partidos que contestam o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, divulgou hoje uma carta aberta na qual apresentam ao chefe de Estado soluções para acabar com a crise política que afeta o país.
Para os subscritores do documento de nove páginas, o Governo de Sissoco Embaló, por não ter mandato e legitimidade, não pode continuar a governar o país e ´muito menos´ organizar as próximas eleições legislativas previstas para 2018.
Com a aplicação daqueles instrumento patrocinado pela comunidade oeste africana, o coletivo acredita que a crise política terminará na Guiné-Bissau e a normalidade institucional irá regressar até à realização das eleições.
Nuno Nabian, candidato derrotado na segunda volta das últimas eleições presidenciais e atual líder da Assembleia do Povo Unido, Partido Social Democrata (APU-PDGB) avisou que nenhum militante ou dirigente do coletivo será molestado `por quem quer que seja´ durante as manifestações, que disse serem pacíficas.
Notabanca; 14.11.2017
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