“Vamos levantar todos para aplaudir a pessoa escolhida para dirigir os destinos do povo e que cumpra a sua missão”, disse o líder do PAIGC.
De acordo com ANG, Simões Pereira sublinhou que os membros do Colectivo dos Partidos Políticos devem tomar compromisso de que, se a pessoa escolhida para dirigir os destinos do país vier a não respeitar a lei ,serão obrigados a sair à rua para exigir a ordem.
“Vamos manifestar sempre que alguém está a pôr em causa a lei da Guiné-Bissau , principal motivo da nossa existência”, aconselhou.
O líder do PAIGC revelou que o próprio Presidente da República desconhece que as marchas e comícios do Colectivo dos Partidos Políticos são de uma parte para a sua defesa.
“O José Mário Vaz é o Presidente da República porque existem leis, caso contrário nunca será eleito para dirigir os destinos do povo”, vincou.
“É importante para que as Forças de Ordens entendam que não lhes odiaram na marcha de ontem. A diferença que existe é que ontem alguém lhes mandou violar a lei e hoje cumpriram o que a lei manda, e não houve nenhum acto de espancamento dos marchantes”, elogiou.
Por sua vez, o Presidente do Partido Aliança do Povo Unido(APU-PDGB), dirigiu-se ao Presidente da República, primeiro-ministro e ao ministro de Estado e do Interior para lhes dizer que não querem o que estão a orquestrar para este povo, porque não são violentos.
Nuno Gomes Nabian, afirmou que, o que o Colectivo dos Partidos Democráticos querem é a paz, sossego e tranquilidade para o povo porque já sofreram muito, acrescentando que chegou a hora de demonstrar quem pode levar o país para o progresso.
Notabanca; 17.11.2017
Força DSP!
ResponderEliminarGuiné-Bissau precisa de um homem perseverante e com ideias patrióticas e democráticas.