quinta-feira, 14 de setembro de 2017

DONATIVO DA FUNDAÇÃO JÃO XXIII CHEGA AO ORGANIZAÇÃO APÓS DOIS MESES NO PORTO DE BISSAU 
Fundação João XXIII Casa de Oeste de Portugal doou a sua congénere da Guiné-Bissau um donativo constituído de duas viaturas e vários materiais escolares. 
As viaturas são destinadas para Cooperativa Escolar São José para o reforço da dinâmica local, Cooperativa Agrícola “COAGRI” João XXIII em Quinhamel e os materiais escolares para Associação dos Surdos e Mudos da Guiné-Bissau. 
Delegado da Fundação João XXIII na Guiné-Bissau, mostrou-se apreensivo com a morosidade de dois meses na desalfandegamento do donativo.

Raúl Da Silva assegurou que pagaram mais de oitocentos mil francos cfa para o despacho do donativo e, ao constatar que é doação, a  “Comissão de Núcleo de Valores” criado pelo Governo aumenta o valor de despacho que desembocou-se em “ziguezague, tempo de demora” de dois meses para libertar os contentores, cujos alguns produtos alimentícios danificados.  
Ainda, o delegado afirma que são obrigados a pagar diariamente dez euros por tempo de demora de donativo, por aquilo que se chama de “burocraciPede a” das autoridades nacionais.
Com o efeito, a organização não desarma. pede a intervenção do Governo na celeridade do processo de desalfandegamento e a isenção de donativos destinados ao país.

A organização reafirma que acusações feitas contra Fundação e Padre sobre o alegado desvio de roupa “salva” não tem nada a ver com a instituiçã.
Recordamos que, já há vinte cinco anos, a Fundação João XXIII recolhe donativos em Portugal, envia-os para os mais carenciados na Guiné-Bissau.
A questão é, como pedir uma organização humanitária pagar mais de oitocentos mil francos cfa, para doar donativo? Isto é Absurdo! É preciso que o Governo repense o país para o bem- estar de mais vulneráveis.
Notabanca; 14.09.2017

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