DONATIVO DA FUNDAÇÃO JÃO XXIII CHEGA
AO ORGANIZAÇÃO APÓS DOIS MESES NO PORTO DE BISSAU

Fundação
João XXIII Casa de Oeste de Portugal doou a sua congénere da Guiné-Bissau um donativo constituído de duas
viaturas e vários materiais escolares.
As viaturas
são destinadas para Cooperativa Escolar São José para o reforço da dinâmica local,
Cooperativa Agrícola “COAGRI” João XXIII em Quinhamel e os materiais escolares
para Associação dos Surdos e Mudos da Guiné-Bissau.
Delegado da
Fundação João XXIII na Guiné-Bissau, mostrou-se apreensivo com a morosidade de
dois meses na desalfandegamento do donativo.
Raúl Da
Silva assegurou que pagaram mais de oitocentos mil francos cfa para o despacho
do donativo e, ao constatar que é doação, a “Comissão de Núcleo de Valores” criado pelo
Governo aumenta o valor de despacho que desembocou-se em “ziguezague, tempo de
demora” de dois meses para libertar os contentores, cujos alguns produtos alimentícios
danificados.
Ainda, o
delegado afirma que são obrigados a pagar diariamente dez euros por tempo de
demora de donativo, por aquilo que se chama de “burocraciPede a” das autoridades nacionais.
Com o efeito,
a organização não desarma. pede a intervenção do Governo na celeridade do
processo de desalfandegamento e a isenção de donativos destinados ao país.
A
organização reafirma que acusações feitas contra Fundação e Padre sobre o alegado desvio
de roupa “salva” não tem nada a ver com a instituiçã.
Recordamos
que, já há vinte cinco anos, a Fundação João XXIII recolhe donativos em
Portugal, envia-os para os mais carenciados na Guiné-Bissau.
A questão é,
como pedir uma organização humanitária pagar mais de oitocentos mil francos cfa, para doar donativo?
Isto é Absurdo! É preciso que o Governo repense o país para o bem- estar de
mais vulneráveis.
Notabanca;
14.09.2017
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