
Sola que falava, esta terça-feira (19),
fez a afirmaçã
o numa entrevista exclusiva á Rádio Sol Mansi (RSM) sobre os
ideais que norteiam a sua candidatura a liderança dos renovadores, avança, no
entanto, que embora a maior responsabilidade do PAIGC mas o PRS também não pode
fugir das suas responsabilidades.
“Naturalmente
enquanto uma força política enquanto cidadãos e enquanto instituição partidária
tem uma responsabilidade porque não pode ser inibido desta responsabilidade e o
PRS está a ser representado com 41 mandato no parlamento. Por isso mesmo que se
tenha uma clareza e abertura franca e chamarmos a responsabilidade de cada um
dos actores políticos não chegaríamos onde nós estamos”, sustenta.
Questionado caso for eleito presidente do
PRS o que fazer para desbloquear o país da situação em que se encontra desde o
ano de 2015, Sola aponta a capacidade do diálogo honesto, a concernência em
resolver os problemas, a inteligente.
“Não temos de negociar com a clareza
porque todos nós somos guineenses quem tem a culpa deve ser apontado a sua
culpa e ser responsabilizado da sua culpa e isso deve ser uma situação clara”,
diz.
Já sobre a sua candidatura, Sola Kilim na
Bitchita explica que a linha central assenta no reforço do partido “o que quer
dizer reforçar a estrutura de base do partido criando as condições da base do
partido correspondente a base do estatuto do partido o que significa fortalecer
o partido de base ao topo, porque nenhuma casa se constrói sem alicerce”.
“Entendemos que a estrutura do partido
deve ser mais forte, mais bem estruturado mais bem dinâmico, coerente e capaz
de trabalhar a nível de estrutura de base para garantir o funcionamento do
partido de base ao topo. E outro aspecto mais importante é tornar o partido
mais dialogante e ser influente na Politica Nacional, para permitir a partir de
Diálogo Nacional viabilizar o país porque todos nós sabemos em que Estado
estamos no momento”, sustenta.
Sola afirma ainda que a falta de diálogo é
o impulsionador da actual situação em que o país se encontra.
“Eu acho que estou em condições de tirar o
país da actual situação e falar com quem que seja com honestidade, com clareza,
com coragem”, admite.
O congresso do PRS deve ter lugar de 26 a
29 de Setembro corrente. Para o cargo do presidente do partido também concorre
Alberto Nambeia, presidente cessante.
Notabanca, 19.09.2017
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