Milhares
dos guineenses, celebraram ontem um pouco por todo o país e na diáspora, os
quarenta e quatro anos da independência nacional, numa altura em que a
Guiné-Bissau continua na incerteza, rumo ao desenvolvimento almejado.Os festejos de “24 de Setembro”, dia da proclamação da independência do Estado guineense, o PAIGC celebrou a data na povoação de “Lugadjol”, Sector de Madina de Boê.
Na
ocasião, Domingos Simões Pereira (DSP), líder do partido afirmou que as
celebrações nesta localidade serviram para renovar os compromissos para com os
ideais de Amílcar Cabral, porquanto, as conquistas máximas do povo estão sendo
posto em causa.
O
político sustentou que a independência tem sentido, quando o país é capaz de fazer
face aos problemas sociais que enfermam o seu povo.
DSP
assegurou que não pode estar a retirar a liberdade ao seu povo e tentar cobrir
as mãos com o céu, com alegações de respeito dos direitos humanos.
“Se
retirar o povo a liberdade. Não haverá nada a recompensar à este povo,” defendeu
DSP numa clara alusão às ideais do Amílcar Cabral na atual conjuntura sociopolítica
que o país se encontra mergulhado.
Simões
Pereira adianta que o responsável da jangada de Tchétche tentou impedir a
travessia da comitiva do PAIGC, com alegações pelas ameaças, se o fazer, será
preso pelos responsáveis do atual regime.
Francisco
Benante, um dos dirigentes do PAIGC, condenou a tentativa das autoridades
regionais de Gabú em impedir a passagem da caravana do partido na travessia de
Tchétche, de má-fé e de falta de moral.
Em
Mansabá a juventude do PAIGC e as mulheres locais também celebraram a data, com
uma ação de reflexão sobre a vida do partido, com críticas as atitudes de alguns dirigentes desta
formação política de estarem a desvirtuar as ideologias do PAIGC, para
prejudicar o país, em detrimentos dos seus interesses.
O
atual regime alega que o nome de Augusto Olivais não consta no comunicado final
da cimeira.
Segundo
o comunicado final da Cimeira extraordinária da CEDEAO realizada em 4 de Junho,
em Monróvia, capital da Libéria, a que Notabanca teve acesso, consta o nome de Augusto
Olivais, como consenso para chefiar o Governo de Inclusão, na Guiné-Bissau.
Notabanca;
25.09.2971
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