
O advogado
Silvestre Alves acusou Botche Candé de traição ao seu parceiro de negócio, um
cidadão estrangeiro de nome Mohamed Mazeh por ter renunciado do contrato de
parceria sem o consentimento do mesmo.
Silvestre Alves que falava aos
jornalistas esta terça-feira afirmou que Botche Candé abdicou da parceria por
Mazeh ter mostrado disponível a trabalhar com os herdeiros do terreno onde está
a construção em causa.
«Todo o investimento na obra foi suportado integralmente pelo cidadão estrangeiro Mazeh que fez saber no tribunal que está disposto a trabalhar com quem o tribunal decidir ser o proprietário do terreno. Após a justiça ter concedido razão aos parceiros, Botche Candé decidiu abdicar da parceria justificando que Mazeh estava disposto a trabalhar com seus adversários (herdeiros do terreno)», explica Alves.
O advogado explicou que depois de tudo
isso, o cidadão estrangeiro pediu ao Botche que lhe pagasse todos os direitos
na parceria mas até hoje não recebeu nenhuma resposta do mesmo embora as obras
estão em curso. “ Escrevemos-lhe uma carta a pedir que pagasse todos os
direitos e investimentos feitos à obra, mas até agora não recebemos nenhuma
resposta. Depois de constatamos a velocidade da obra no terreno, voltamos a
telefonar-lhe mas recusou a atender nossa chamada e os oficiais de diligência
de justiça foi impedido de entregar as notificações ao Botche Candé”,
denunciou.
Por outro lado, apelou o presidente da
República a tomar uma medida necessária para remover a obstrução à justiça. Diz
a rádio Sol Manci.
Entretanto, a assessoria de imprensa do
Botche Candé prometeu explicar sua versão assim que o mesmo regressar de uma
viagem ao exterior.
Notabanca; 12.09.2017
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