
Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, recebeu,
quarta-feira, o relatório sobre a situação global dos antigos combatentes, que
propõe a melhoria das condições de vida.
«Fizemos
propostas relacionadas com a melhoria do quadro legal dos combatentes. Propomos
que se crie um grupo temático responsável pelas ajudas», afirmou Edmundo
Mendes, da Comissão Ad-hoc para Avaliação Global da Situação dos Combatentes da
Liberdade da Pátria.
A comissão foi criada a pedido do chefe de Estado, que defende ter «chegado a altura de se fazer uma reflexão profunda, séria e objetiva sobre a situação dos combatentes», disse, após ter entregue o relatório a José Mário Vaz.
Segundo Edmundo Mendes, «o relatório faz um diagnóstico de avaliação da situação e propõe recomendações diversas ao nível do pagamento de pensões, saúde, assistência com medicamentos e infraestruturas disponíveis para os combatentes envolvidos na luta pela independência».
«As recomendações são pertinentes e viáveis e se se conseguir pôr isto em prática vai haver uma melhoria significativa da vida dos combatentes», salientou.
Questionado sobre o número de antigos combatentes, referiu que o relatório aborda o assunto e defende a «necessidade de se criar uma base de dados fiável», escusando-se, todavia, a disponibilizar o número de combatentes existentes.
A comissão foi criada a pedido do chefe de Estado, que defende ter «chegado a altura de se fazer uma reflexão profunda, séria e objetiva sobre a situação dos combatentes», disse, após ter entregue o relatório a José Mário Vaz.
Segundo Edmundo Mendes, «o relatório faz um diagnóstico de avaliação da situação e propõe recomendações diversas ao nível do pagamento de pensões, saúde, assistência com medicamentos e infraestruturas disponíveis para os combatentes envolvidos na luta pela independência».
«As recomendações são pertinentes e viáveis e se se conseguir pôr isto em prática vai haver uma melhoria significativa da vida dos combatentes», salientou.
Questionado sobre o número de antigos combatentes, referiu que o relatório aborda o assunto e defende a «necessidade de se criar uma base de dados fiável», escusando-se, todavia, a disponibilizar o número de combatentes existentes.
Notabanca; 07.09.2017
Sem comentários:
Enviar um comentário