
Uma comitiva de Guiné-Bissau acompanha o segundo
turno das eleições suplementares para o Governo do Amazonas, neste
domingo (27). Representantes do país africano estiveram no interior do
estado e em Manaus para verificar como funciona a organização e gestão do
processo eleitoral brasileiro.
"Os conhecimentos vão nos ajudar no aumento de
credibilidade, integridade e confiança ao nosso processo eleitoral", afirmou
o diretor da Comissão Nacional de Guiné-Bissau.
O grupo com seis representantes chegou ao Brasil em
13 de agosto e permaneceu uma semana em Brasília para troca de
conhecimento e experiências eleitorais.
O diretor de administração e recursos humanos da Comissão
Nacional de Eleições de Guiné-Bissau, António Iaia Jau, explicou que em outubro
do ano passado foi firmado um protocolo de cooperação entre o
Tribunal Superior Eleitoral e o órgão eleitoral de Guiné-Bissau.
"Esse protocolo tem como finalidade a troca de
informações, conhecimentos e experiências no domínio de gestão e organização do
processo eleitoral", disse o representante africano.
A comitiva desembarcou em Manaus no dia 19, e, desde
então, tem acompanhado os preparativos para votação. Os representantes
do país africano visitaram áreas de difícil acesso, como Tabatinga.
O grupo verificou como é feito o transporte de
urnas e a logística das eleições no município amazonense situado na tríplice
fronteira (Brasil, Colômbia e Peru), no sábado (26).
Pela manhã, a comitiva da Comissão Nacional de
Eleições da Guiné-Bissau esteve no Instituto Federal do Amazonas (Ifam)
com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral
do Amazonas (TRE-AM), Yedo Simões.
Os representantes também visitaram um dos
maiores colégios eleitorais de Manaus, a Escola Estadual Eldah Bitton Telles
da Rocha, que fica localizada no bairro Compensa III, na Zona Oeste da
capital.
"Fomos constatar in loco como as coisas são
organizadas, tendo em vista as eleições de hoje para melhorarmos o
nosso processo eleitoral.
Foi muito bom porque em termos climáticos temos quase
um clima igual e temos zonas isoladas também que
em termos de acesso tem dificuldades de maneira que
estando aqui para acompanhar esse processo conseguimos aprender
muita coisa em distribuição logística", comentou António Iaia Jau.
Notabanca;
28.08.2017
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