O presidente
da Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa
Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) defendeu hoje a definição de
políticas claras para a criação de um mercado económico entre os membros da
organização. "Primeiro, é preciso que tenhamos uma visão política clara e depois partir pedra, desde a legislação a projetos económicos viáveis", declarou à Lusa Salimo Abdula.
Aquele
responsável falava à margem de um seminário promovido pela Câmara Agrícola
Lusófona, em Maputo, juntando empresários e quadros do governo moçambicano para
debater as oportunidades do agronegócio em Moçambique.
Para Salimo Abdula, a livre de circulação de pessoas, bens e capitais continua a ser uma das principais condições para um rápido desenvolvimento do mercado entre os membros da comunidade.
"Temos
de encontrar um posicionamento comum e do agrado de toda esta comunidade para
nos tornamos num dos grandes líderes, daqui há umas décadas", acrescentou
Salimo Abdula.
Entre as
prioridades, aquele responsável destacou o setor agroindustrial, lembrando que
os membros da CPLP têm um enorme potencial nesta área.
"Continuamos
a apontar o setor agrícola como um dos principais para alavancar as economias
dos países da CPLP", afirmou, esperando que o seminário em Maputo sirva
para fortificar a rede de contactos entre os membros da organização.
"O grande objetivo deve ser a criação de uma marca CPLP, a partir dos potenciais dos países da comunidade", concluiu.
"O grande objetivo deve ser a criação de uma marca CPLP, a partir dos potenciais dos países da comunidade", concluiu.
Notabanca; 31.08.2017
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