A Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a tratar o ruído a partir de
1989, como um problema de saúde pública, recomendando que o limiar seguro de
exposição ao ruído de 55 dB e ainda de acordo com a
Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho, os níveis efetivos do
ruído nas escolas ultrapassam frequentemente estes limites e podem atingir os
60 a 80 dB considerado elevadíssimo.
domingo, 28 de abril de 2019
ESCOLA
SÃO JOSÉ PROMOVE MARCHA PARA CONTENÇÃO DO RUÍDO DE AEROPORTO À MINDARÁ

No âmbito da Jornada Mundial de Luta Contra a Poluição Sonora/ruído,
que se celebrou a 27 de abril em todo o mundo, a Direção Executiva da Cooperativa
Escolar São José promoveu no sábado, uma marcha alusiva a efeméride, sob o
lema; “Educar para a Contenção do Ruído” que começou na rotunda de aeroporto de
Bissau, percorreu à escolar São José de Mindará.
MOÇAMBIQUE VS. NOTRE-DAME: A
HIPOCRISIA MATA
Não foi uma catedral, mas apenas 1000 mortes e 1,6 milhão de crianças ignoradas pelo mundo. 4 de março de 2019. Provavelmente poucos se lembram desta data. Mas em Moçambique esta data jamais será esquecida.
Já que
estamos a falar da reconstrução de uma catedral cristã, vale a pena lembrar de
como Jesus Cristo tratou valor que os fariseus davam aos costumes, tradições e
ao próprio templo, como local sagrado, em substituição ao valor da vida humana.
O ministério de Cristo foi exercido em grande parte nas ruas. Ele entendia o
valor do templo e frequentava-o semanalmente (nas sinagogas), mas sabia que o
Espírito Santo só habitaria verdadeiramente não em um “templo feito por mãos de
homens”, mas no corpo humano.
Não foi uma catedral, mas apenas 1000 mortes e 1,6 milhão de crianças ignoradas pelo mundo. 4 de março de 2019. Provavelmente poucos se lembram desta data. Mas em Moçambique esta data jamais será esquecida.
Foi deste 4
a 15 de março que um ciclone atingiu Moçambique. Foram dias e dias de um
verdadeiro interno. Bairros, cidadãs, casas e principalmente famílias. Foi tudo
afetado.
O resultado
foi mais de 1000 mortos e 1.6 milhões de crianças a precisar de ajuda
humanitária urgente, além de grandes partes de Moçambique, Madagascar, Malaui e
Zimbábue destruídas. Os números são dramáticos!
Segundo a UNICEF, os casos de cólera e malária
entre a população geral aumentaram para 4,6 mil e 7,5 mil, respetivamente,
desde que o ciclone atingiu o país africano.
Mas há outra
história…
No dia 16 de
abril de 2019, cerca de um mês depois, um incêndio atingiu a catedral histórica
de Notre-Dame, construída em 1.163.
Os telejornais abriram com a notícia. Convidaram “especialistas” para falar do assunto. Todo o planeta acompanhou ao minuto tudo isto.
Os telejornais abriram com a notícia. Convidaram “especialistas” para falar do assunto. Todo o planeta acompanhou ao minuto tudo isto.
Um dia
depois, a BBC lança esta manchete, de que pessoas ricas estavam a doar milhões
e biliões para ajudar a reconstruir a Catedral. Existe até um projeto de
crowdfunding para isso.
Mas, como
diria Philippe Martinez, líder de um sindicato Francês, “se podem dar milhões
para reconstruir a catedral, não nos digam que não há dinheiro para as
emergências sociais”.
## Vamos
falar de religião?
Já que
estamos a falar da reconstrução de uma catedral cristã, vale a pena lembrar de
como Jesus Cristo tratou valor que os fariseus davam aos costumes, tradições e
ao próprio templo, como local sagrado, em substituição ao valor da vida humana.
O ministério de Cristo foi exercido em grande parte nas ruas. Ele entendia o
valor do templo e frequentava-o semanalmente (nas sinagogas), mas sabia que o
Espírito Santo só habitaria verdadeiramente não em um “templo feito por mãos de
homens”, mas no corpo humano.
Moral da
história…
Se os
empresários bilionários tivessem a mesma comoção e disposição de ajudar os
milhões que agora precisam de ajuda em Moçambique, Madagascar, Malaui e
Zimbábue, como tiveram com Notre-Dame, certamente não seriam necessários
“apelos” internacionais.
Pense nisto!
Notabanca;
28.04.2019
FESTIVAL DE PRAIA DE PECIXE QUER INSTITUIR “TURISMO TRADICIONAL” PARA TIRAR ILHA NO ABANDONO
O responsável financeiro e promotor do projecto “festival de Pecixe”, Iovanis
Augusto Mandami anunciou a intenção de se instituir o “Turismo
tradicional” , no âmbito do Festival Musical da Praia de Pecixe, que terá lugar
dentro em breve naquela ilha nortenha da Guiné-Bissau.
Sob o lema “ Venham descobrir o valor e a tradição da nossa Ilha”,“ Bo bin discubri balur i tradiçon di no ilha” este em crioulo, o referido evento contará com animação de diferentes músicos nacionais.
Falando aos microfones de Notabanca, Iovanis Mandami disse que objectivo do evento é fazer com que as pessoas descobrissem o potencial turístico que essa ilha tem.
Garantindo que já foi feita a limpeza no espaço onde os participantes irão se instalar.
Mandami pediu aos amantes da cultura e filhos de Pecixe que se encontram no país e na diáspora a se juntarem à comissão para tirar a Ilha do anonimato.
Notabanca: 28.04.2919
Sob o lema “ Venham descobrir o valor e a tradição da nossa Ilha”,“ Bo bin discubri balur i tradiçon di no ilha” este em crioulo, o referido evento contará com animação de diferentes músicos nacionais.
Falando aos microfones de Notabanca, Iovanis Mandami disse que objectivo do evento é fazer com que as pessoas descobrissem o potencial turístico que essa ilha tem.
Garantindo que já foi feita a limpeza no espaço onde os participantes irão se instalar.
Mandami pediu aos amantes da cultura e filhos de Pecixe que se encontram no país e na diáspora a se juntarem à comissão para tirar a Ilha do anonimato.
Notabanca: 28.04.2919
MATERIAL DISTRIBUÍDO A VÍTIMAS
DO IDAI EM MOÇAMBIQUE NÃO CHEGA
Na Zambézia, há relatos de famílias a dormir com 10 pessoas numa tenda. O material distribuído pelo Governo não chega para todos e gera polémica. Há quem pense em abandonar o centro de acomodação.
Vítimas do Idai, na Zambézia, pedem mais apoios das autoridades
Na província moçambicana da Zambézia, a falta de material para a construção de casas próprias para as vítimas do ciclone Idai está a gerar tumultos. Tem havido problemas nos centros de acomodação em Nicoadala e em Namacurra, onde estão a ser distribuídos terrenos para habitação das famílias deslocadas. As autoridades dizem que fazem os possíveis, mas não conseguem satisfazer a todos.
Na Zambézia, há relatos de famílias a dormir com 10 pessoas numa tenda. O material distribuído pelo Governo não chega para todos e gera polémica. Há quem pense em abandonar o centro de acomodação.
Vítimas do Idai, na Zambézia, pedem mais apoios das autoridades
Na província moçambicana da Zambézia, a falta de material para a construção de casas próprias para as vítimas do ciclone Idai está a gerar tumultos. Tem havido problemas nos centros de acomodação em Nicoadala e em Namacurra, onde estão a ser distribuídos terrenos para habitação das famílias deslocadas. As autoridades dizem que fazem os possíveis, mas não conseguem satisfazer a todos.
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