quinta-feira, 4 de abril de 2019

CONFERÊNCIA NACIONAL PARA RECONCILIAÇÃO É PARA JULHO OU SETEMBRO
O Presidente da Comissão Nacional para Reconciliação propõe o mês de Julho e Setembro do ano em curso para a realização do evento.
O Padre Domingos da Fonseca apresentou hoje ao Presidente José Mário Vaz uma proposta para o efeito.
Em declarações à imprensa a saída do encontro com o chefe de Estado guineense, o Presidente da Comissão para Reconciliação Nacional disse que cabe ao José Mário Vaz, igualmente Presidente de honra do evento, definir a data para realização da mesma.
“Já estamos avançados nos trabalhos de preparação da Conferência, agora vamos iniciar o processo de disseminação do relatório final e do roteiro de reflexão para a tomada de decisões nas regiões”, revelou.
Assegurou que a Comissão está pronta para que a Conferência Nacional para reconciliação tenha lugar no decurso deste ano.
Notabanca; 04.04.2019
PJ GUINEENSE APREENDE 52 TONELADAS DE ARROZ DESTINADO A OFERECER A POPULAÇÃO EM BAFATÁ
A Polícia Judiciária apreendeu, quarta-feira 03 de abril de 2019, mil e duzentos e sessenta (1 260) sacos de arroz de 50kg, que correspondem a 52 toneladas, num armazém no Leste do país, concretamente em Bafatá. O arroz tinha sido oferecido pelo Governo da República Popular da China para consumo interno, sem fins lucrativos, ou seja, não destinado à venda.
Falando à imprensa no ato de apresentação do produto apreendido, nas instalações da Polícia Judiciária em Bissau, o Inspetor Coordenador da PJ, Fernando Jorge, informou que durante a operação que os agentes da PJ desencadearam na sequência de uma investigação da equipa de vigilância, constataram que determinada quantidade de arroz fora retirada de Bissau para o interior do país para ser comercializado. Com base nisso, fizeram uma operação no leste do país, tendo apreendido nessa primeira fase 1.260 sacos de arroz. Segundo o mesmo Inspetor, a Polícia Judiciária voltará ao mesmo armazém, em Bafatá, para recuperar e trazer para Bissau o produto.
O responsável da PJ acrescentou que ninguém tinha sido detido na operação porque nessa primeira fase, a sua instituição estava preocupada em recuperar o arroz para que não seja vendido.
“Não queremos avançar o nome do proprietário do armazém, muito menos revelar nomes de pessoas que estão a ser investigados nesse âmbito, em respeito ao princípio de sigilo da justiça, garanto que a investigação continuará porque temos a informação que outra quantidade de arroz destinada à população guineense está armazenada para depois ser comercializada no período da campanha de castanha de cajú”, enfatizou.
Conforme O Democrata, Fernando Jorge advertiu que, neste momento, têm pistas de pessoas ligadas à rede de comercialização daquele arroz, razão pela qual a operação vai continuar até conseguirem fazer com que esse arroz seja revertido ao Estado e reencaminhado para o destino próprio que são  as populações mais necessitados.

“Como todos nós acompanhamos pelos meios da comunicação social, o arroz veio para a Presidência da República. O Chefe de Estado guineense anunciou publicamente que o donativo seria destinado à população mais carenciada. Depois mandaram-se muitos sacos para o interior do país, mas alguns,  infelizmente, estão a ter outro destino, ao ponto de estarem a ser comercializados”, lamentou.
Muitas cabeças grandes vão rolar. Parabéns à Homens e Mulheres da PJ!
 Notabanca; 04.04.2019