N’PANS BRINDA OS GUINEENSES COM NOVO ÁLBUM ‘245’
O rapper guineense radicado na Rússia, N’Pans, acaba
de lançar este ano o seu novo álbum discográfico intitulado ‘245’ – digitos do
indicativo telefônico Internacional da Guiné-Bissau.
O disco já se encontra disponível nas plataformas
digitais na internet, por exemplo no YouTube e no ITunes.
De acordo
com O democrata, a obra artística tem 15 faixas musicais cujos nomes foram
atribuídos pelo rapper em crioulo da Guiné-Bissau. O “245” sucede Kunsi Tempo
(Conheça o Tempo) lançado em 2017, de 20 faixas. N’Pans tem vários
trabalhos cantados em crioulo e em russo e inúmeros single’s no mercado, entre
eles o álbum Utru Cara (Outra Face).
BIOGRAFIA
Pansau
Natchanda (N’Pans) nasceu em Bolama a Setembro de 1976. Antes de deixar o país
para ser o primeiro rapper negro a impor-se nos palcos russos, passou por
muitas dificuldades. N’Pans chegou à União Soviética em 1985 com apenas nove
anos de idade, para estudar na Escola Internacional de Ivanovo, internato para
filhos de dirigentes de partidos comunistas e de movimentos de libertação
nacional.
Terminada a
Escola de Ivanovo, Pansau foi estudar para o Instituto de Construção de Perm
(cidade da Sibéria Ocidental), mas teve de abandonar os estudos devido a
dificuldades financeiras. Com mais de sete álbuns editados, é o primeiro rapper
negro a cantar em língua russa. Trabalhou como MC nos clubes de Penza e dançava
para sobreviver, o cantor não tinha outros meios de subsistência.
Em 1994
muda-se para Moscovo e forma um grupo de dança étnica com outros guineenses que
estudaram na Escola de Ivanovo. Criou em 1994 o grupo de rap “Cash Brothers”
com um russo e um congolês, mas o projeto terminou em 1999.
Notabanca;
17.03.2019
domingo, 17 de março de 2019
GUINÉ-BISSAU CONQUISTOU DUAS MEDALHAS DE OURO NOS
MUNDIAIS DAS OLIMPÍADAS ESPECIAIS
A Guiné-Bissau conseguiu fazer a história nos Jogos
Mundiais das Olimpíadas Especiais que decorrem em Abu Dhabi, nos Emirados
Árabes Unidos.
As atletas nacionais Fidélia Cabral e Elizandra Jacinta Moreno Garces Gomes conquistaram ontem, 16 de março de 2019, duas medalhas de ouro nas provas de atletismo feminino de 200 metros.
A Guiné-Bissau conseguiu fazer a história nos Jogos
Mundiais das Olimpíadas Especiais que decorrem em Abu Dhabi, nos Emirados
Árabes Unidos. As atletas nacionais Fidélia Cabral e Elizandra Jacinta Moreno Garces Gomes conquistaram ontem, 16 de março de 2019, duas medalhas de ouro nas provas de atletismo feminino de 200 metros.
A turma nacional teve a participação de quatro atletas
nestes Jogos Especiais que celebram todos os atletas com deficiências
intelectuais, independentemente de seu nível de habilidade.
A edição
2019 que decorre de 14 a 21 de março conta com a participação de 7
000 atletas de mais de 170 nações competindo em 24 desportos de estilo olímpico
sancionados oficialmente.
Os Jogos
Olímpicos Especiais são realizados faz 50 anos. É um movimento humanitário que
acontece anualmente através de atividades relacionadas ao desporto e visa
proporcionar uma variedade de programas para promover a inclusão social dentro
e fora dos jogos.
A
Guiné-Bissau participa este ano pela primeira vez, depois de ser admitida no
ano passado pelo Movimento Special Olympics International, segundo informou a
direção da Special Olympics Guinea-Bissau (SOGB).
Notabanca;
17.03.2019
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